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A capital timorense foi, nos finais de Abril de 2006,
palco de distúrbios e confrontos no seguimento de
manifestações protagonizadas por militares contestatários,
entretanto demitidos.Nos confrontos, a polícia e as forças
armadas dispararam sobre manifestantes, tendo-se registado,
segundo dados oficiais, cinco mortos. Nos primeiros dias a
seguir aos distúrbios, cerca de 70 por cento da população de
Díli fugiu para localidades nas montanhas, estando ainda
deslocadas, pelos mais recentes cálculos, 35 mil pessoas.
Torna assim a pairar a nuvem da desordem e da guerra nesta
recém criada democracia. |
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