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Iwao Takamoto trabalhou nos estúdios Hanna-Barbera, onde participou na criação das personagens dos Flinstones e desenhou Muttley. É também o autor do famoso Scooby Doo, cujo nome foi inspirado numa improvisação de Sinatra no tema “Strangers in the night”. Morreu aos 81 anos.

O desenhador norte-americano Iwao Takamoto, criador de personagens como Scooby-Doo e Muttley, faleceu segunda-feira aos 81 anos de idade.

Takamoto trabalhou nos estúdios Hanna-Barbera, onde participou na criação das personagens dos Flinstones e dos Jetsons e desenhou o cão Muttley. É também o autor do famoso Scooby-Doo, cujo nome foi inspirado numa improvisação de Frank Sinatra no tema “Strangers in the night”. Esta é, por ventura, a criação mais sonante do autor. Scooby Doo é um desenho animado produzido pela Hanna-Barbera que foi criado no ano de 1969 e que continuava até há muito pouco tempo a ser produzido.

O personagem principal é o cão Scooby-Doo, um desenho sobre as aventuras de uma turma de jovens detectives que viajam a bordo de um camião em busca de novos mistérios para serem desvendados. Quase sempre os mistérios envolvem a presença de fantasmas, porém nas primeiras temporadas do desenho os fantasmas eram sempre pessoas disfarçadas. Ainda recentemente, os canais de banda desenhada por cabo estavam a transmitir episódios.
Iwao Takamoto começou como animador assistente na Walt Disney, tendo colaborado na criação de filmes como “Peter Pan”, “101 Dálmatas” ou “Cinderella”.

Na década de 1960 passou dos estúdios da Walt Disney para os da Hanna-Barbera, fundados por William Hanna, falecido em 2001, e Joseph Barbera, que morreu aos 95 anos em Dezembro do ano passado.

Takamoto nasceu em 1925 na cidade de Los Angeles e era actualmente o vice-presidente da Warner Bros Animation.

Fonte: www.oprimeirodejaneiro.pt


"História trágica com final feliz" ganha Festival Internacional de Curtas-metragens em Barcelona

A curta-metragem de animação portuguesa "História trágica com final feliz", de Regina Pessoa, ganhou sábado o principal prémio do Festival Internacional de Curtas-metragens de Barcelona, Mecal Dosmilseis. O prémio Mecal à melhor curta-metragem internacional, no valor de 1200 euros, foi atribuído ex aequo à polaca "Melodrama", de Filip Maeczekiski (2005).

Concorreram ao prémio 49 curtas-metragens de ficção de diferentes países.

"História Trágica com final feliz" (35 MM, 2005), é uma co-produção da Ciclope Filmes (Portugal) Folimage (França) e Office National du Film (Canadá). A animação conta a história de uma menina com um coração que, por bater muito depressa, faz tanto barulho que incomoda as outras pessoas. O filme narra em sete minutos a evolução da relação entre a personagem e a sociedade que a rejeita. "A ideia metafórica de um coração que molesta os outros é brilhante. E é muito clara. Tinha que ser premiada", afirmou o realizador catalão Kikke Maílo, que destacou a "sensibilidade" e o "interesse formal" da animação.

Também integraram o júri da secção Internacional Dawn Sharpless, directora da distribuidora britânica "Dazzle", e o jornalista catalão especializado em cinema catalão Ferran Auberni. Todos destacaram a qualidade das curtas-metragens de animação apresentadas no certame. "É o género que está a dar mais renovação ao cinema", explicou Ferran Auberni à Agência Lusa. "É onde se vêem as propostas mais criativas, a nível técnico e de ideias", sublinhou. "Se renuncias a preconceitos vês que a história deste filme é encantadora. Muito terna, muito original e muito bem contada, com ritmo e bem desenhada. Para além disso, pode chegar facilmente ao público", disse. Em declarações à agência Lusa, Regina Pessoa afirmou que o prémio representa "a confirmação de que não estava errada ao optar por fazer animação".

A curta-metragem de 2005 recebeu já "mais de vinte" prémios entre os quais se encontra o Grande Prémio Annecy 2006, o mais prestigioso do género. Segundo Regina Pessoa, o reconhecimento tem acontecido, "sobretudo, a nível internacional". "Portugal ainda não reconhece este tipo de arte. O público está mais habituado às artes clássicas", referiu.

Regina Pessoa considerou, no entanto, que a nível de produção os realizadores portugueses de curtas-metragens são "privilegiados" porque contam com o apoio regular do ICAM, que garante o financiamento parcial de alguns filmes, "o que não acontece em todos os países". A autora explicou que optou por uma co-produção internacional por motivos "financeiros" e "técnicos". "Não há muitos animadores em Portugal", comenta.

A obra foi animada e finalizada em França, onde se desenvolveu uma técnica própria. As imagens foram gravadas num papel especial coberto com tinta-da-china preta. O desenho dos intervalos foi feito em Portugal. Depois da montagem de imagens, o filme foi enviado ao Canadá, para a realização da banda sonora e da mistura de áudio.

Portugal foi o país convidado da nona edição do MECAL, o que se traduziu na projecção de outras 13 curtas- metragens portuguesas dos últimos 11 anos. A selecção foi feita em colaboração com a Agência da Curta-Metragem Portuguesa. Entre as escolhidas esteve o primeiro trabalho de Regina Pessoa, "a Noite" (1999).

Portugal esteve ainda representado na secção Oblíqua, com "Um Homem", de Laurent Simões, e em Ok Computer, com a animação "Subterrain Atraction", de Alexandre Manuel Dias Farto, ambas de 2005. O júri atribuiu o prémio de Melhor Curta-metragem espanhola a "La Guerra", de Luiso Berdejo e Jorge C. Dorado (2005). "El Cerco", de Ricard Iscar e Nacho Martín (Espanha, 2005), foi o galardoado da secção Oblíqua. Os prémios do público foram atribuídos a "Heavy Metal Jr", de Chris Waitt (Espanha, 2006, melhor documentário), e a "Zapatos Limpios", de Oriol Puig (Espanha, 2005, melhor curta-metragem).

Este ano, o Festival Internacional de Curtas-metragens saiu do Centro de Cultura Contemporânea de Barcelona (CCCB) para apostar em novos espaços: a praia da Barceloneta, a Sala Apolo, e o Parque do Fórum.

(Funchal) www.dnoticias.pt

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Quem se recorda dos desenhos animados "Mister Magoo?" Um simpático velhinho que era míope e por isso metia-se nas maiores confusões possiveis por onde passava.

"Mister Magoo" foi criado pela United Productions of America. A personagem principal, Mister Quincy Magoo, era um velhinho baixo, careca e com uma grave deficiência visual que se envolvia nas mais cómicas e perigosas situações devido à sua pouca visão. A primeira exibição deste desenho foi em 1949, com o episódio The Ragtime Bear. Na época de 70 surge uma nova personagem na série, o cão McBarker que também era míope e falava ...

Mister Magoo recebeu dois óscares de animação, com o "When Magoo Flew" de 1953 e "Mr. Magoo's Puddle Jumper" em 1955. E a sua fama e sucesso foram tal, que chegou mesmo ao cinema, numa adaptação interpretada por Leslie Nielsen, em 1997.

No dia 2 de outubro é lançado, no Brasil, o DVD "The Mr. Magoo Show", com a série do clássico personagem e episódios inéditos divididos em 4 discos, com mais de 650 minutos de animação. A versão brasileira foi realizada nos estúdios da Uniarthe em São Paulo com a direção de Francisco de Freitas.

A partir de 3 de Setembro, os telespectadores franceses poderão apreciar a série de desenhos animados de Spirou, com um total de 26 episódios.

Criados com um misto de animação 2D e 3D, estão garantidas a não só a presença de personagens conhecidas como Zorglub e Zantafio, mas também de novas caras, como será o caso de Zaoki, a filha de... Zorglub.

A série é coproduzida pelo estúdio Dupuis Audiovisuel, M6, RTBF, Aranéo e Fantasia Animation.

Como nota de rodapé, 17 dias depois está marcado o lançamento do 49º álbum da série de banda desenhada, Spirou et Fantasio à Tokyo, pelo duo de autores Morvan e Munuera.

Fonte: bdesenhada.com

Nota: Pelo andar da carruagem, a que já estamos habituados aqui em portugal, não creio que algum dia tenhamos a oportunidade de ver esta série na nossa televisão. Resta-nos esperar pela eventual (mas quase certa) edição em DVD.

O governo chinês proibiu a transmissão de desenhos animados produzidas no exterior com o objetivo de "melhorar a progamação para as crianças", que vinha recebendo críticas. As autoridades bloquearam a difusão de caricaturas estrangeiras no horário das 5 horas da tarde até às 8 horas da noite. A série norte-americana "Os Simpsons" e a japonesa "Pokémon", entre outras, serão substituídas por produtos nacionais.

A imprensa chinesa criticou a medida e disse que as crianças claramente preferem os desenhos estrangeiros. "Esta é uma política míope e preocupante, que não resolverá os problemas fundamentais da indústria da animação chinesa", disse o jornal "Southern Metropolis News". "Crianças e adultos não terão mais alternativa além de submeterem-se aos produtos chineses".

Os dirigentes comunistas estavam incomodados com as muitas caricaturas estrangeiras vistas pelas 250 milhões de crianças chinesas, especialmente diante de seus esforços para fortalecer a produção local, baseada em histórias tradicionais e considerada carente de originalidade.

Fonte: Agencia Estado

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Mais um novo desenho animado está chegando ao Cartoon Network. No dia 04 de agosto, o canal estreia "Ben 10", as aventuras de um garoto de dez anos de idade que pode se transformar em dez super heróis alienígenas com apenas um comando.

O jovem Ben conta com a ajuda do "Omnitrix", um aparelho capaz, com apenas um clique, de libertar o seu lado super-herói. Um deles é "Fantasmático", que vive escondido nas sombras sempre preparado para atacar o Vilgax ou o Krakken, dois diabólicos alienígenas tão fortes quanto ele.

Os episódios inéditos de "Ben 10" vão ser apresentados todas as sextas, às 19:30, com reprises aos sábados, 10:30. A partir do dia 17 de julho, o site do Cartoon Network vai trazer uma pequena amostra do desenho.

Fonte: www.tvmagazine.com.br

«Através da Banda de Moebius», o filme de desenhos animados mais caro da história da China, estreou ontem nos cinemas daquele país. O filme, a três dimensões, falado em inglês e em chinês, custou 12,7 milhões de euros e contou com a participação de mais de 400 especialistas estrangeiros, disseram à agência Xinhua fontes da produtora, o Instituto de Tecnologia Digital de Shenzhen.

A elaboração deste filme animado demorou cinco anos e teve a participação de Glenn Chaika, realizador de «Mulan 2», de Kevin Lee e Bob Koch, directores de «Stuart Little» e «Toy Story 2».

“Vamos distribuir mais de 100 cópias em todo o país e esperamos arrecadar das bilheteiras 997 mil euros na China continental”, declarou Teresa Cao, porta-voz da produtora.
O filme é inspirado na banda desenhada de Jean Giraud, também conhecido como Moebius, cujas histórias deram origem a filmes como «Alien» e «O Quinto Elemento».

Fonte: www.oprimeirodejaneiro.pt

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"Over the Hedge" é o mais recente filme de animação com animais, que têm invadido as salas de cinema nos últimos tempos.

Desta vez, o filme conta a história de RJ, com voz de Bruce Willis na versão original, um guaxinim que tem de repor, numa semana, a comida que roubou a um urso durante a hibernação. Para isso, vai servir-se de uma peculiar família de animais que nada têm a ver uns com os outros mas que se ajudam mutuamente... RJ alega que os vai ajudar a recolher comida para a nova hibernação, mas na verdade ele quer pagar a sua dívida ao urso. Então, o grupo vai pular a cerca e aventurar-se no mundo dos subúrbios, onde tudo é novo para os ingénuos animais, excepto para RJ.

A animação do filme é divertida mas mantém as características de desenho animado. O filme é passado num registo divertido e moralista, adequado aos mais novos. Alguns momentos divertidos e gags cómicos dão algum sumo a uma história que não tem muito que se lhe diga. A personagem de Hammy é a mais divertida, com algumas "punchlines" hilariantes e certas características muito peculiares e que prometem fazer rir miúdos e graúdos.

O final da história é, como não podia deixar de ser, um final feliz e moralista, com a suposta personagem "má" a rever as suas prioridades e o seu comportamento.

Para além dos animais, também as personagens humanas são muito divertidas, em especial o exterminador, que é chamado para acabar com a praga de animais que tem infestado o bairro. O exterminador é uma personagem tipo em toda a sua figura, desde ao fato cor de laranja ao cabelo esfiapado que lhe cobre a careca. E claro que os animais acabam por levar a melhor, com autênticas manobras psicológicas e planos dignos de qualquer missão impossível. um filme que promete entreter os mais novos, mas que não traz nada de novo aos apreciadores de filmes de animação. A constante utilização de animais neste tipo de filmes já começa a saturar o espectador. Apesar disso, este "Over the Hedge" vale uma visita ao cinema.

Fonte: Cátia C. Simões - www.c7nema.net

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