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NOTICIAS DE CARTOON E BANDA-DESENHADA
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Nova Iorque é, por estes dias, uma verdadeira cidade aos quadradinhos. O Museu Judaico e o museu de Newark juntaram-se para organizar a primeira grande retrospectiva da banda desenhada norte-americano e a exposição tem-se revelado um sucesso.

Intitulada Masters of American Comics, a mostra reúne 600 trabalhos de 14 autores que podem ser visitados apenas até dia 28 deste mês. Segundo o curador, John Carlin, o principal objectivo é mostrar, de uma vez por todas, que "a banda desenhada é uma forma de arte". "A história dos comics é a história dos Estados Unidos durante o século XX. Os acontecimentos sociais e políticos do país são mostrados aqui de uma maneira tão artística e inteligente como em qualquer outra forma de representação visual."

Em Newark conta-se a história da banda desenhada na primeira metade do século XX: Winsor McCay (pioneiro da animação), Lionel Feininger, George Herriman (criador de Krazy Kat), E. C. Segar (de Popeye), Frank King, Chester Gould (de *** Tracy), Milton Caniff e Charles M. Schulz (da série Peanuts) são os autores representados. No Museu Judaico, em Manhattan, ficam os restantes 50 anos, com nomes como Will Eisner, Jack Kirby (criador de Capitão América e Hulk, entre outros super- heróis), Harvey Kurtzman (um dos nomes mais importantes da revista Mad), Robert Crumb (criador do Gato Fritz), Gary Panter e Chris Ware.

Simultaneamente, o Studium Museum, de Harlem, o único museu de Nova Iorque dedicado a artistas afro-americanos, exibe uma exposição de banda desenhada africana que reúne 35 artistas que escolheram este meio para expressar a fúria e o desespero, a esperança e o humor da vida naquele continente.

Finalmente, em Março é a vez do MoMA - Museu de Arte Moderna mostrar Comic Abstractions, que procura os novos caminhos da banda desenhada.

Fonte: dn.sapo.pt

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Aventuras contadas por uma criança feliz, em Banda Desenhada

Léo, o herói do livro, é um petiz aventureiro que resolve as suas dificuldades quotidianas com humor e mostra que o melhor remédio para a surdez é sorrir dela! Recorda-nos que o humor não tem língua e serve de alerta para a inadaptação e a ignorância da sociedade.
«Léo, o *** Surdo» é um álbum de banda desenhada único no género em Portugal, traduzido pela Surd’Universo –, da autoria de Yves Lapalu, que dá a conhecer com uma terna ironia a vida real de uma criança surda – experiência que ele próprio viveu. Embora de forma bastante reduzida, Léo dá uma imagem completa da vida de um surdo, sem nunca provocar pena ou raiva no leitor, mesmo se alguns dos nervos do Léo correspondam a uma revolta escondida…. Não contra a surdez, pois não há nada que alguém possa fazer, mas contra a inadaptação e uma certa ignorância da sociedade, que desconsidera o facto de o surdo até procurar tirar partido da surdez.

Isolamento
Vivendo situações simples do quotidiano familiar, de entretenimento e lazer, por exemplo, Léo alerta para o isolamento provocado pela ausência do ruído a que está sujeito e mostra como andar de metro pode tornar-se perigoso, praticar desporto muito pouco saudável, ver televisão um pequeno drama ou acordar uma tarefa duplamente árdua! Neste contexto, a Internet aparece como uma revolução para os surdos, equivalente à invenção do telefone para os ouvintes! Com a sofisticação dos programas de chat e a banalização da escrita em teclado, esta forma de comunicação já é cada vez mais rápida, comum, barata e até preferida pelos ouvintes.
“Estipulámos como objectivo a venda de 500 exemplares, por forma a assegurar o pagamento em Janeiro do empréstimo feito ao banco”, confessa Rui Pinheiro. A expectativa em torno deste projecto é grande, pois sendo banda desenhada, “destina-se a qualquer público, desde crianças a idosos, desde leitores assíduos a esporádicos, desde surdos a ouvintes! Logo, o mercado potencial é toda a gente”. E partilha um desejo: “gostaríamos muito que outras livrarias vendessem, em especial a FNAC que também é francesa (tal como o original da obra)”!

Comunidade surda
Estima-se que a população surda em Portugal conta actualmente com 10 a 15 mil surdos profundos e 100 a 130 mil deficientes auditivos (com surdez leve a moderada), no entanto, desconhecem-se os números ao certo. Segundo os Censos de 2001, a população surda representa 0,8 por cento da população portuguesa, o que dá umas 80 mil pessoas –sem incluir os milhares de idosos que ouvem mal mas não se assumem surdos.
Na prática, entre a comunidade surda em geral há noções um pouco difíceis de “quantifica”. A noção de pessoa surda dentro da comunidade surda está mais perto de ter uma conotação étnica do que de deficiência. Do tipo: eu sou surdo (como diria: eu sou português) e não deficiente auditivo. Isto varia de pessoa para pessoa e da identidade que cada um tem de si mesmo. As pessoas surdas em geral acabam por se concentrar nas associações de surdos e criam uma cultura própria: teatro de surdos, passeios de surdos, a língua gestual – o seu estudo, desenvolvimento, anedotas que só têm graça nesta língua.
O próprio Léo, por ter sido desenhado por um surdo, traduzido pela Surd’Universo que é uma empresa de surdos, acaba por ser mais um produto surdo.

Fonte: www.oprimeirodejaneiro.pt

(...) “RIbanho” nasceu no início de 2003 a partir do convite feito por António José Brito (então director do Diário do Alentejo) a Luís Afonso e a Carlos Rico para desenvolverem uma tira para a última página do jornal.

Surgiu, assim, o pseudónimo “Luca”, com as duas primeiras letras dos primeiros nomes de ambos. Depois de terem criado as personagens em conjunto, dividiram tarefas: Luís escreveu semanalmente os textos, Carlos fez os desenhos e a tradução para alentejano (ainda que se exprima facilmente no alentejano falado, Luís Afonso tem alguma dificuldade em escrevê-lo).

Passados, quase, quatro anos e, quase, duzentas tiras, chegou a altura de fazer um livro. Este, com uma selecção do melhor de "RIbanho", ordenada por ordem cronológica.

O álbum é uma edição da Prime Books , com o patrocínio da AMBAAL - Ass. de Municípios do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral , e do Diário do Alentejo.

Carlos Rico
Nasce em Moura, em 1968.
Desempenha, na Câmara Municipal de Moura, as funções de “designer”, no respectivo Sector Gráfico.
Coordena o “Moura BD – Salão Internacional de Banda Desenhada”, certame que, desde 1991, a Câmara de Moura tem vindo a promover.
Desde 1990 publica “cartoon” na imprensa. Primeiro, no Diário do Alentejo (onde começou com “Beto, o traquinas”, uma série em forma de tira, cujos protagonistas eram um grupo de miúdos); pouco depois, n’ A Planície (onde, na última página, publicou, durante cerca de quatro anos, a série “Fecho... é claro”).
Mantém a colaboração com o “DA” (até hoje). Pelo meio, colabora esporadicamente em inúmeras publicações (Revista da Água, Jornal de Almada, O Ás, A Voz de Paço d’Arcos, Notícias do Entroncamento, etc) e, com alguma regularidade, no Além Tejo Económico, enquanto o projecto dura (alguns meses).

Luís Afonso
Natural de Aljustrel (1965), casado, três filhos.
Residente em Serpa. Licenciado em Geografia pela Universidade de Lisboa (1988).
Leccionou no ensino secundário e trabalhou para autarquias em projectos de desenvolvimento local/regional até 1995.
A partir desse ano dedicou-se, exclusivamente, aos cartoons, actividade que havia iniciado dez anos antes, quando estudava em Lisboa.
Começou n’O Diário/fim-de-semana, passando por vários jornais e revistas.
Mantém colaborações permanentes em A Bola (desde 1990), Público (1993), Jornal de Negócios (2003), Sábado (2004) e Sol (2006).

Fonte: www.amadorabd.com

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«Os Lusíadas», de Luís de Camões, transpostos para banda desenhada pelo ilustrador Fido Nesti, de São Paulo, são uma das novidades da editora brasileira Peirópolis para a quadra de Natal.
«O meu maior desafio foi respeitar a métrica do texto de Camões ao levá-lo para o formato dos quadradinhos», disse Fido Nesti hoje à Lusa.

O livro, de 46 páginas, é uma releitura em banda desenhada que preserva o texto original de Camões.

«É um incentivo para levar as crianças a lerem os clássicos, uma forma de despertar a sua curiosidade e tornar-lhes acessíveis textos considerados difíceis e pesados», afirmou Fido Nesti.

O ilustrador, de 35 anos, confessou ter feito «uma redescoberta de Camões» ao contar em BD a obra máxima da poesia português.

Para esse trabalho, Fido Nesti escolheu alguns episódios do grande poema épico - «Inês de Castro», «O velho do Restelo», «O gigante Adamastor» e «A Ilha dos Amores».

«Os Lusíadas em quadrinhos» chegou ao mercado brasileiro há cerca de um mês acompanhado por uma colectânea de sonetos de Camões - «Versos de amor e morte», organizada pela crítica literária e professora de Literatura da Universidade de São Paulo (USP) Nelly Novaes Coelho.

Segundo a editora Peirópolis, a colecção trabalha, assim, «não só no sentido de traduzir para a linguagem visual um grande clássico da literatura, mas permite ampliar também o estudo da obra e seu contexto».

«Os Lusíadas em quadrinhos» é o segundo título da colecção «Clássicos em HQ» (banda desenhada), sendo o primeiro «Dom Quixote em quadrinhos», desenhado por Caco Galhardo.

A coordenadora da colecção, Denyse Cantuária, disse à Lusa que o primeiro livro da série teve uma aceitação muito grande - com compras de 32 mil exemplares este ano - e mostrou-se esperançada em que o mesmo aconteça com «Os Lusíadas».

Diário Digital / Lusa

Na sequencia de As Insustentáveis Incompatibilidades dos Seres (edição de autor), Álvaro decidiu continuar com algumas das personagens deste álbum e realizar um livro muito mais científico e pedagógico: o MANUAL DE POSIÇÕES PARA LABREGOS, que agora sai a público.

Lembremos que Álvaro ganhou o Prémio Cartoon no Festival da Amadora em 2005.

Por outro lado, a Pedranocharco, saindo de uma certa letargia, durante a qual apenas publicou um ou outro fanzine, decidiu voltar à actividade editorial e, uma vez que este livro do Álvaro estava praticamente pronto e revelava um potencial comercial indesmentível, decidiu-se avançar com ele, de modo a poder ser lançado durante o FIBDA.

Saiu exactamente durante a inauguração do Festival!

Atenção que este Manual (não, não é Manuel…) contém todos os predicados para aferir o grau de labreguice (sexual, claro) dos leitores. No final existe mesmo um teste destinado a esta aferição, com uma precisão inigualável.

Lembre-se caro leitor: o labrego sexual, estende a labreguice a todas as áreas da sua vida, contribuindo para tornar, cada vez mais este país, naquilo que ele é!!!

Autor: Álvaro
Editor: Pedranocharco Publicações
Págs.: 106 a P&B
Brochado. Capa a cores.
Preço: € 9,00

www.bdportugal.info

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Veja aqui a ficha do autor, com mais trabalhos.

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«Salazar, agora na hora da sua morte» é novela gráfica da vida do ditador
 
O romance em banda desenhada «Salazar, agora na hora da sua morte» é «uma leitura livre sobre uma figura histórica, absurda e obsessiva», afirmou este sábado João Paulo Cotrim, autor do argumento, à agência Lusa. O livro, premiado pelo Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, tem texto do jornalista João Paulo Cotrim e desenho de Miguel Rocha.

A obra, cuja ideia partiu da editora Parceria AM Pereira, é uma novela gráfica que aborda a vida de Salazar, desde a infância até à queda no poder.

«É um olhar que respeita a personagem, um ditador algo absurdo que é o resultado de um determinado momento histórico», explicou João Paulo Cotrim.

Ao nível gráfico, o livro foi totalmente desenhado no computador, com infografias, colagens e montagens, recorrendo a fotografias e recortes de jornais, numa técnica que Miguel Rocha utiliza pouco na sua obra artística.

A imagem que atravessa todo o livro é feita ainda de traços esfumados, desfocados, em tons monocromáticos e sombrios, com preto, branco e ocre, e com uma unidade gráfica «que ajuda a definir a imagem de Salazar», explicou Miguel Rocha à agência Lusa.

Na obra também são utilizados diversos tipos de letras, para diferenciar os diversos discursos presentes na história.

Com este álbum, de mais de 200 páginas, os autores pretenderam «humanizar a figura de Salazar, para o tirar da categoria dos mitos, porque foi uma figura histórica num tempo histórico», sublinhou João Paulo Cotrim.

«É altura de o matar de vez e de o colocar no seu lugar histórico, porque a sensação que dá é que ainda não estamos reconciliados com o passado», opinou o autor.

João Paulo Cotrim e Miguel Rocha estarão no domingo no Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora numa sessão de autógrafos, mas o lançamento oficial da obra está marcado para segunda- feira.

A apresentação, a cargo de Guilherme de Oliveira Martins, decorrerá no Ministério das Finanças, «um dos locais onde o fantasma de Salazar ainda deve passar alguns tempos», como ironizou Cotrim.

João Paulo Cotrim, de 41 anos, jornalista, dirigiu a Bedeteca entre 1996 e 2002, assim como o Salão Lisboa de Ilustração e Banda Desenhada.

Editou vários livros, entre os quais o ensaio «Stuart - A Rua e o Riso», «Fotobiografia de Rafael Bordalo Pinheiro», «À Esquina», com desenhos de Pedro Burgos, e «História de um segredo», com André Letria.

Miguel Rocha, 38 anos, autor de banda desenhada, assinou títulos como «Beterraba - a vida numa colher», «As pombinhas do sr. Leitão», «Março» e «Eduarda».

Fonte: Portugal Diario

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Novidades Outubro e Novembro de 2006
 
Em toda a parte é sem dúvida um livro experimental, onde o autor propõe uma história completamente muda, caso raro na banda desenhada. Assim, temos um personagem - do qual nem sabemos o nome - que é contemplado com uma viagem à volta do mundo. Ao longo das várias escalas dessa viagem de sonho, cruza-se com uma enigmática figura, que lhe surge cada vez com maior frequência, um pouco por todo o lado. De regresso a casa, verifica que nem tudo se encontra como deixou e que a estranha figura está cada vez mais presente. Em toda a parte. Estará a viver um pesadelo?

O AUTOR
ALEX BALADI (1969, Vevey–Suíça) iniciou-se na Banda Desenhada apenas aos 22 anos. Estudou História da Arte e das Letras em Genève e depois Cinema e Vídeo  em Paris.

Realizou um sem número de cartazes   e ilustrações para brochuras publicitárias, capas de CD, artigos de jornais, tiras e desenho de imprensa e fez cenários para peças de teatro. Trabalha também em pintura e os seus trabalhos já foram expostos um pouco por toda a Europa.

O seu primeiro álbum gráfico foi editado em 1992 e desde então seguiram-se 25 livros, num ritmo pouco usual num autor que se movimenta   no género independente. Igualmente adepto da auto-edição, através da micro-publicação, o autor explora com um optimismo de circunstância as possíveis magias da realidade.

É considerado um dos mais relevantes autores suíços da actualidade.


FICHA TÉCNICA
Em toda a parte, Baladi. Prontuário (2ª série), nº 2; 22 x 16,5 cm; capa a duas cores, com badanas; 72 pág.; PVP: 7,90 Euros

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SOLO, porque a violoncelista nua de uma das histórias é solista numa orquestra. Mas igualmente por essas histórias serem produto de um trabalho solitário e de gosto pelo preto e bran-co, uma alternativa ao “grayscale” da realidade. O projecto, já o pensara como resposta a um tormento. Dei-me conta um dia de que as minhas histórias de BD andavam tresmalhadas apesar de bem entregues. Material a preto e branco, curtas, inéditos e dispersos por concursos, festivais e revistas. Toque a reunir!

O autor, na introdução ao livro.


O AUTOR
FILIPE ABRANCHES (Lisboa, 1965) é um criador difícil de classificar nos habituais parâmetros em que tende a balizar-se o estilo de um artista.

Em 1990 concluiu o Curso de Cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, actividade que pouco exerceu. Desde 1979, tem vindo a espalhar um pouco por toda a parte, de Portugal a França, os frutos do seu labor criativo: banda desenhada e ilustração.

Regularmente, publica em revistas nacionais e internacionais pequenas metáforas, sombrias e desesperadas, traçadas a pincel com mestria. O seu universo atravessa tanto o espectro literário, como o cinematográfico. É um desenhador que se distingue pelo seu estilo camaleónico em constante mutação, como o prova a recolha efectuada neste livro, onde exibe uma grande parte dos seus trabalhos realizados a solo, que se encontravam dispersos, e ainda alguns inéditos.


FICHA TÉCNICA
Solo, Filipe Abranches. Prontuário (2ª série), nº 3; 22 x 16,5 cm; capa a três cores, com badanas; 72 pág.; PVP: 7,90 Euros
 
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OS DEUSES CAÍDOS falam de super-heróis, seres que podem voar, ver através de paredes e mudar o curso do mundo com um simples estalar de dedos. David Rubín apresenta-nos estes personagens de uma forma diferente do que estamos habitua-dos a ver neste género. Nas suas mãos, estes super-homens transformam-se em seres complexados, vazios, vulneráveis, mais humanos do que qualquer pessoa comum.

Os super-heróis de Rubín carregam às costas o lastro de mil batalhas perdidas, sabem que o inimigo mais difícil de vencer se encontra no seu próprio coração, que um antigo amor mal curado pode ser mais destrutivo que o pior dos super-vilões e que a máscara, o alter-ego, é apenas mais uma forma de escape perante o terrível destino com que todos temos de lidar.


O AUTOR
DAVID RUBÍN (Ourense - Espanha, 1977) é desenhador e animador e presença assídua nas páginas de “BD Banda” e “Barsowia”, duas das principais revistas galegas de banda desenhada.

Diz-se que as personagens desenhadas se parecem sempre com o respectivo autor. No caso de David Rubín, a teoria parece confirmar-se... As suas obras reflectem a sua complexidade pessoal e a sua maturidade; as suas personagens conseguem transmitir-nos a sua inquietação, a sua ânsia em deixar conta-minar-se por estilos e influências de todo o tipo. Surpreende, ao conhecê-lo, a quantidade de mundos pelos quais se deixa impressionar. Muitos deles  vêem-se com maior ou menor facilidade nos seus trabalhos; outros começam a ser observá-veis quando se conhecem os gostos do David, como é o caso da sua admiração pela cultura oriental, especialmente a japonesa, e quando se descobre a sua mente aberta a todos os campos de expressão.


FICHA TÉCNICA
Os deuses caídos, David Rubín. Prontuário (2ª série), nº 4; 22 x 16,5 cm; capa a quatro cores, com badanas; 72 pág.; PVP: 7,90 Euros 
 
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Os Compadres - O humor de Sergei procura a simplicidade do quotidiano, e é precisamente essa simplicidade quase anedótica que nos surpreende, e que dá riqueza aos seus trabalhos. Como exemplo máximo dessa linha de pensamento é a tira “Os compadres”. Não é por acaso que ele vai transpor o seu humor para a voz de camponeses. Não é por acaso que ele vai buscar a raiz alentejana para os seus anti-herois, um anacronismo, se pensarmos que estes trabalhos foram originalmente pensados para um jornal da zona centro do país. É que ele necessita desse pensar filosófico, dessa calma narrativa, para em três ou quatro vinhetas nos desenvolver o dia-a-dia em ironia.

Osvaldo de Sousa, no prefácio ao livro.


O AUTOR
SERGEI é o pseudónimo de Paulo Teixeira (Moçambique, 1970).

Começou a publicar aos 16 anos, tendo passado por diversas revistas e jornais, como o Diário de Notícias, Jornal de Letras, Destak, Moto-Jornal ou Atlética.

A partir dos 20 anos começa a trabalhar como criativo e ilustrador em publicidade, profissão que ainda hoje mantém, exercendo-a em Lisboa e vivendo em Almada.
Paralelamente, dedica-se de corpo e alma ao desenho humo-rístico, principalmente à área das Tiras Humorísticas e do Cartoon.
Até à data já participou em numerosas exposições nacionais e internacionais. Costuma participar em encontros de autores onde são organizadas sessões de caricatura ao vivo. Foi o criador do “Tio Pelicas”, mascote/símbolo oficial do Montepio Geral junto do público juvenil.

Cria o site sergeicartoons.com, em 2000, sendo o responsável por todo o seu desenvolvimento e conceito. Em 2006 o site passa a portal, tornando-se cada vez mais numa montra onde se dá a conhecer trabalhos de qualidade e artistas do humor de todo o mundo.


FICHA TÉCNICA
Os compadres, Sergei. De bom humor, nº 1; 22 x 16,5 cm; capa a quatro cores, com badanas; 76 pág.; PVP: 8,10 Euros

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Ler também:
Sergei no 17º Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora

Obra: “Os Compadres”, primeiro tomo.

"O humor de Sergei procura a simplicidade do quotidiano, e é precisamente essa simplicidade quase anedótica que nos surpreende, e que dá riqueza aos seus trabalhos. Como exemplo máximo dessa linha de pensamento é a tira “Os compadres”. Não é por acaso que ele vai transpor o seu humor para a voz de camponeses. Não é por acaso que ele vai buscar a raiz alentejana para os seus anti-herois, um anacronismo, se pensarmos que estes trabalhos foram originalmente pensados para um jornal da zona centro do país. É que ele necessita desse pensar filosófico, dessa calma narrativa, para em três ou quatro vinhetas nos desenvolver o dia-a-dia em ironia."

Osvaldo de Sousa, no prefácio ao livro.


O AUTOR
SERGEI é o pseudónimo de Paulo Teixeira (Moçambique, 1970).

Começou a publicar aos 16 anos, tendo passado por diversas revistas e jornais, como o Diário de Notícias, Jornal de Letras, Destak, Moto-Jornal ou Atlética.

A partir dos 20 anos começa a trabalhar como criativo e ilustrador em publicidade, profissão que ainda hoje mantém, exercendo-a em Lisboa e vivendo em Almada.
Paralelamente, dedica-se de corpo e alma ao desenho humo-rístico, principalmente à área das Tiras Humorísticas e do Cartoon.
Até à data já participou em numerosas exposições nacionais e internacionais. Costuma participar em encontros de autores onde são organizadas sessões de caricatura ao vivo. Foi o criador do “Tio Pelicas”, mascote/símbolo oficial do Montepio Geral junto do público juvenil.

Cria o site sergeicartoons.com, em 2000, sendo o responsável por todo o seu desenvolvimento e conceito. Em 2006 o site passa a portal, tornando-se cada vez mais numa montra onde se dá a conhecer trabalhos de qualidade e artistas do humor de todo o mundo.


FICHA TÉCNICA
Os compadres, Sergei. De bom humor, nº 1; 22 x 16,5 cm; capa a quatro cores, com badanas; 76 pág.; PVP: 8,10 Euros

Visite o site oficial dos compadres

Ler também:
Sergei no 17º Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora
POLVO - Novidades editoriais de Banda Desenhada


 

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