A burrice
P: Por que os portugueses não pegam ônibus?
R: Porque no ônibus está escrito "mantenha distância".

P: Por que os portugueses não pegam ônibus?
R: Porque no ônibus está escrito "mantenha distância".

O português estava jantando na mansão do patrão, foi usar o banheiro e reparou que não tinha papel; para piorar, a privada estava entupida.
Não se aguentando mais, o gajo teve uma ideia: cagar para dentro da meia e jogar na rua.
Beleza, o português arriou o negão no linho, embalou e começou a rodar a meia. Só que a bagaça estava com o dedão furado e foi merda para todo lado.
O filho do patrão apareceu na hora e o português foi logo apelando:
— Dou-te 100 escudos para ficares calado.
O moleque olhou em volta e respondeu:
— Dou-te mil para me ensinares a cagar rodando.
O português deu um video game para o seu filho e deu o seguinte aviso:
— Cuide bem desse video game, pois vendi sua TV para comprá-lo.
Um português em viagem de negócios para a Alemanha desce no aeroporto de Munique e chama um táxi. Após se acomodar no táxi, nota que na tampa do radiador, ao invés do logotipo da empresa que produziu o carro, encontra-se somente um círculo, então pergunta ao motorista: — Que raios de símbolo é esse em cima da tampa do radiador? O motorista, percebendo a descendência lusa do ilustre passageiro, responde: — Ora, é a mira! O português, mais indignado, se espanta e indaga: — Mira, para que uma mira em um táxi? O motorista, a fim de se divertir, diz: — É…
P: Quando um português vai à escola?
R: Quando está construindo.
Um português veio para o Brasil. Entrou numa loja e viu uma máquina de refrigerante. Foi no caixa e comprou uma ficha. Colocou na máquina e apertou Coca-Cola. Comprou mais duas fichas e apertou Guaraná.
Voltou ao caixa e disse:
— Me dê 50 fichas.
A caixa respondeu:
— Assim você vai acabar com as minhas fichas.
E o português retrucou:
— Não vou parar de comprar enquanto estiver ganhando.
Muitos, para ficar igual ao Lula, fazem o seguinte:
O Carlos cortou um pouco mais o cabelo.
O Zé pintou a barba de branco.
E o Manuel cortou o dedinho...