SergeiCartoons piadas – página inicial
Categorias

A cura

Piada de Adultas

Um dia o rapaz estava se queixando de ter verme. Então um amigo indicou um médico que cuida de tirar lombriga em 4 dias, e o rapaz se animou.
Foi ao médico e explicou o caso.
O médico disse:
— Baixe a calça e fique de quatro.
O rapaz pensou: ele vai me comer.
Então o médico pegou um carioca (pão), colocou uma banana no meio e empurrou no caneco do rapaz.
O médico disse:
— Volte amanhã.
2º dia, do mesmo jeito.
3º dia, outra vez a mesma coisa.
No último dia o médico pegou só o pão e botou no rapaz.
Após 10 segundos saiu uma lombriguinha e perguntou:
— Cadê a nhanhanha?????????????????

Cartão para compartilhar com a piada “A cura”

Mais piadas de Adultas

  1. Chegando no inferno

    Quando um homem acaba de chegar no inferno, ele vê uma fila enorme e escuta uns gritos. Curioso, pergunta ao último da fila:
    — O que está acontecendo?
    O homem responde:
    — É porque todos que chegam no inferno são obrigados a arrancar o pinto de acordo com a profissão.
    — Então por que o primeiro gritou "ai ai ai" e o segundo deu somente um grito bem forte?
    — É porque o primeiro era serralheiro, então o dele foi serrado bem devagarinho; e o segundo era açougueiro, então o dele foi cortado de vez.
    — Então coitadinho do homem quando tiver que arrancar o meu.
    — Por quê?
    — Porque eu era sorveteiro, comigo ele vai ter que chupar até acabar.

  2. Segurança cego

    Um cara marcou de ir para uma festa com a namorada dele. Ele marcou tudo certo e aí foi embora, mas no dia da festa ele foi todo bonitão. Aí, quando foi entrar, o segurança cego fortão veio para ele e falou: — Só pode entrar só gente com cabelo careca. E ele disse: — Mas se eu cortar meu cabelo eu vou ficar muito feio e aí a minha mina não vai me conhecer. Mas o segurança falou: — Não vai entrar. Então o cara foi falar com o outro segurança: — E aí, mano, o que que eu faço? Ele não deixa eu entrar com o meu cabelo grande. E aí o segurança disse: —…

    Ler a piada completa: Segurança cego →

  3. Picada no?

    No meio da noite, na barraca em que dois cientistas dormem em plena selva, ouve-se o grito pavoroso:
    — Aaaaai! Socoooorrrrro! Uma cobra venenosa! Ela me picou no pênis!
    O outro desperta atordoado, acende a lanterna e corre para o rádio. Consegue falar com um médico, que o orienta:
    — Primeiro, tenha muita calma. Depois chupe lentamente o veneno e cuspa-o.
    — E então? — geme o primeiro cientista, louco de dor. — Que disse o médico?
    O outro tira o fone do ouvido, passa a mão na cabeça e responde:
    — Má notícia. Você vai morrer.

  4. Disco long-play

    Sabe a diferença de um disco long-play para a mulher? Não? Então saiba.
    Para o disco cantar, você há de colocar o buraco no prego. Para colocar o prego na mulher, tem que cantar.

  5. Dona de casa na vida!

    O maridão já não aguentava mais trabalhar tanto pra levar dinheiro pra casa. Um dia, depois de encher a cara num bar, chegou em casa e brigou com a mulher: — Amorzim, veste uma roupinha bem pequenininha que você vai trabalhar agora... Vai pra rua entrar na vida! — Que isso, meu bem... eu nunca fiz isso! E depois de muita discussão, eis que chegam na avenida das putas... — Amorzim, eu vou ficar ali atrás da moita e qualquer dúvida você tira comigo. Esperam cinco minutos e passa o primeiro playboy: — O gatinha... o gostosinha... quanto que é o programa…

    Ler a piada completa: Dona de casa na vida! →

  6. O masoquista

    Um homem entra num puteiro e dá de cara com uma puta linda, loira, um tesão. Então ele pergunta: — Quanto é? E ela responde: — R$ 150,00. Ele topa, mas diz que só trepa batendo. Ela responde: — Esse tipo de programa eu não faço. E chama uma amiga. A amiga chega, uma morena de 1,70 m, malhada, uma gata. O homem pergunta: — Quanto é? Ela responde: — R$ 200,00. Mais uma vez ele diz: — Só trepo batendo. E ela responde: — Batendo é R$ 1.000,00 e adiantado. Ele topa e os dois vão ao motel. Após algumas horas ela chega no puteiro toda arranhada, olho roxo…

    Ler a piada completa: O masoquista →