A lâmpada
P: Sabe quantos portugueses se precisa para colocar uma lâmpada?
R: Dois. Um para segurar a lâmpada e outro para girar a escada.

P: Sabe quantos portugueses se precisa para colocar uma lâmpada?
R: Dois. Um para segurar a lâmpada e outro para girar a escada.

Três homens (um brasileiro, um português e um japonês) eram muito amigos, então decidiram fazer uma viagem juntos. No meio da viagem, o navio bateu em uma pedra e afundou. Os homens foram nadando até uma ilha; quando chegaram, deram de cara com um monte de índios. Um deles, que parecia ser o chefe da tribo, disse: — Se vocês quiserem viver, terão de ir naquele canto ali cheio de árvores e cada um terá de me trazer duas frutas diferentes. Se fizerem isso, não os matarei. Assim foram os três amigos, um para cada canto, fazer o que lhes foi mandado. De…
Fizeram um concurso internacional de quem levava mais porrada na costa, e a competição só parava se o concorrente pedisse.
O italiano levou 2 porradas, mas na 3ª ele parou.
Depois foi a vez do inglês, ele levou 5 porradas, mas na 6ª ele parou falando: help!
Agora é a vez do Manuel. 1, 3, 4, 5... 80 porradas e o portuga continuava lá.
Nesse instante o público falou: Viva ao mudinho!! Viva ao mudinho!!
O português queria de qualquer maneira entrar para o Guinness Book of Records.
— Qual foi a sua façanha?
— Eu completei um quebra-cabeça em seis meses!
— E o que é que isso tem de mais?
— Olha aqui o que está escrito na caixa: de dois a quatro anos.
Houve um acidente, bateram 4 carros, e o portuga tava num deles. Aí ele saiu desesperado gritando para todos que estavam presentes:
— Ô ralhos, ô ralhos, perdi minha orelha! — e chorando.
Aí chegou um guarda e disse:
— Calma, portuga, vou lá procurá-la.
E voltou instantes depois com uma orelha na mão, e perguntou pro portuga:
— É essa a sua orelha?
O portuga pegou na mão e respondeu:
— Não, não é. A minha tinha uma caneta atrás.
Manoel veio ao Brasil e disse, gozando dos brasileiros:
— Brasileiro é muito burro.
E o brasileiro perguntou:
— Por que burro?
E o português responde:
— Porque eu como a mulher de um brasileiro e ele não sabe, e ele come a minha e eu sei.
Joaquim foi à farmácia e pediu:
— Ô, seu Luís, me dê uma camisinha, por favor?
— Claro, como não.
— Mas eu posso provar?
— Provar? Pode.
E lá foi Joaquim provar a camisinha.
— Ô, seu Luís, o senhor não tem um número maior?
— Experimenta essa.
A empregada, assustada, pergunta ao seu Luís:
— Seu Luís, o que o Joaquim está tentando fazer?
— Vá lá e vê pelo buraco da porta.
Quando ela chegou lá, ele estava tentando colocar na cabeça.