A latinha
Um português foi no bar e pediu uma cerveja. Quando a cerveja chegou, ele disse ao garçom:
— Como que se abre?
O garçom disse:
— É só torcer que abre.
O português, burro como sempre, começou a gritar assim:
— Abre! Abre!

Um português foi no bar e pediu uma cerveja. Quando a cerveja chegou, ele disse ao garçom:
— Como que se abre?
O garçom disse:
— É só torcer que abre.
O português, burro como sempre, começou a gritar assim:
— Abre! Abre!

O português odiava o gato da esposa, então resolveu dar um fim no bichano. Pegou o gato, pôs num saco e enfiou no porta-malas do carro e levou para umas 20 quadras longe de casa, deixou lá, deu umas voltas e depois foi embora. Chegou em casa e lá estava o gato em frente ao portão. Ficou furioso, pegou de novo, enfiou no saco, pôs no porta-malas e levou para umas 40 quadras longe de casa, deu umas voltas e voltou para casa. Chegando lá, lá estava o felino em frente ao portão de novo. Possesso, pegou o gato, enfiou no porta-malas e levou para umas 10…
Um português detetive chegou no Brasil e pegou um táxi. O taxista perguntou:
— Para onde você vai?
O português respondeu:
— Jamais saberás.
Ele entra em um prédio. O porteiro pergunta:
— Em que andar você vai?
O português responde:
— Qualquer um, entrei no prédio errado.
Diz um português para outro:
— Parece que ela foi morta por seu assassino.
Joazinho vira pra mãe dele e pergunta:
— Mãe, o que que eu vou ser quando crescer?
A mãe do Joazinho responde:
— Nada, meu filho, você tem câncer.
Um português foi preso e posto em uma cela onde já se encontrava um outro preso. Este outro preso era leproso e cai uma orelha dele. O leproso pega a orelha e a joga pela janelinha da cela; cai um dedo e o leproso o pega e joga-o pela janelinha da cela. E assim foi com outras partes do corpo...
O português, vendo aquilo, começou a gritar:
— Ô carcereiro, ô carcereiro, ô carcereiro...
O carcereiro chega e pergunta:
— Que barulho é esse?!!!
— Olha, seu carcereiro, eu não sou dedo duro não, mas o meu companheiro de cela está fugindo aos pedacinhos.
Fim.
E lá vem o português na farmácia para comprar supositórios: — Bom dia, diz ele: você tem aí supositórios... — Tenho sim, responde o farmacêutico. — Então me dá um. Depois de uma hora, volta o português e pede mais um supositório, e começa a voltar a cada uma hora, sempre pedindo mais supositórios. O dono da farmácia, espantado com o apetite anal do portuga, decide curtir com a cara dele, e quando o português volta, ele já vai soltando uma brincadeira: — Ô português, você está comprando muitos supositórios, e como você mora sozinho, sabe... por um acaso…