Sobre vicente matheus
"Sabará Corinthias" (referindo-se à saudação saravá, usada na Umbanda)
"Sabará Corinthias" (referindo-se à saudação saravá, usada na Umbanda)
Uma professora levanta a saia no meio da sala de aula.
Ao olhar para a fisionomia dos alunos, de que estavam gostando, a professora abaixa a saia.
A professora pergunta para Pedro:
— Pedro, o que você viu?
Pedro:
— Suas pernas, professora!
Professora:
— Uma semana de suspensão!
Professora:
— Paulo, o que você viu?
Paulo:
— Suas coxas, professora!
Professora:
— Um mês de suspensão!
Professora:
— Joãozinho, o que você viu?
Joãozinho:
— Tchau, pessoal, até o ano que vem.
Joãozinho pergunta à sua professora:
— Professora, posso dormir na sua casa hoje?
A professora responde:
— Pode.
De noite, Joãozinho pergunta:
— Professora, posso botar o dedo no seu umbiguinho?
A professora responde:
— Pode.
Daqui a pouco, a professora reclama:
— Joãozinho, isso não é meu umbiguinho não, Joãozinho.
Joãozinho responde:
— Eu sei, professora, também não é meu dedinho.
A professora para o Joãozinho:
— Joãozinho, qual o tempo verbal da frase: "Isso não podia ter acontecido"?
— Preservativo imperfeito, professora!
Na sala de aula, Joãozinho, disperso, não vê que a professora está escrevendo no quadro-negro.
Voltada para a sala de aula, a professora fala:
— Joãozinho!! Copia!
E Joãozinho responde:
— Não, professora, cu peida.
A professora chega na sala de aula e diz: — Hoje falarei uma letra e vocês formam a palavra. — Mariazinha, uma palavra que inicia com a letra B, diz a professora. Joãozinho, todo empolgado, diz: — Buceta, Mariazinha, buceta. Mariazinha responde para a professora: — Boneca! — Muito bem, diz a professora. — Pedrinho, uma palavra que se inicia com a letra C, diz a professora. Joãozinho sussurra: — Cú, Pedrinho, cú. Pedrinho responde: — Cadeira, professora. — Muito bem, diz a professora. — Joãozinho, uma palavra que inicia com a letra A, fala a professora…
— Professora, eu gosto de tu!
— Que bom, Joãozinho, de que mais você gosta?
— Tota-tola...
— Papai, hoje eu coloquei uma dinamite debaixo da cadeira da professora!
— Seu desgraçado! Vai já para a escola e peça desculpas à professora!
— Que escola?????
Na sala de aula, a professora pergunta:
— Joãozinho, diga dois pronomes.
— Quem, eu?
— Tá certo, pode sentar.
A professora chega para Joãozinho e lhe pergunta:
— Do que você gosta, Joãozinho?
Ele então responde:
— Eu gosto de tu, professora.
A professora agradece e pergunta:
— O que mais você gosta, Joãozinho?
E ele responde:
— Também gosto de Tota-tola, totolate!
Um dia a professora entra na sala e diz:
— Bom dia, aluninhos.
E os alunos:
— Bom dia, professora eeeeeeeeeeeeeeeee.
A professora pergunta para si mesma: bom dia, professora e?
No dia seguinte acontece a mesma coisa. No terceiro dia sai assim:
— Bom dia, professora.
Quando ela vê que o Joaozinho faltou, ela fala para a classe:
— Amanhã ninguém fala nada, tá ok?
No dia seguinte chega a professora e diz:
— Bom dia, aluninhos.
E o Joaozinho diz:
— Vá se fudeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!
Todos os dias, quando a professora chegava na sala de aula, os alunos se alevantavam e gritavam:
— Bom dia, professora!!!
E faziam muito estardalhaço e festa.
— OK, bom dia. Vamos sentar e começar a aula... — dizia a professora.
Até que um dia a diretora disse à professora que isso estava atrapalhando as outras turmas e não poderia continuar. A professora deu o recado justamente no dia em que Joãozinho tinha faltado.
No outro dia, quando a professora abriu a porta, o Joãozinho levantou-se sozinho lá do fundo e gritou:
— Vai à merda, professora!!!
Na sala de aula, a professora chama Joãozinho pra arguição e fala:
— Joãozinho, a frase "eu fui bonita", o que é?
— Particípio passado, professora.
— E "eu sou bonita"?
— Aí é mentira.
Começava mais um dia de aula.
A professora entra na sala e diz:
— Bom dia, classe!
E todos responderam:
— Bom dia, professora ÊÊÊÊÊ...
A professora estranhou, e isso continuou por muitos dias.
Um certo dia, Joãozinho falta à aula.
A professora entra na sala e diz:
— Bom dia, classe!
E a turma responde:
— Bom dia, professora.
A professora logo desconfiou de Joãozinho e combinou com a classe que, no dia seguinte, ninguém responderia ao seu chamado.
No dia seguinte, Joãozinho estava na sala, a professora chega e diz:
— Bom dia, classe!!!
E apenas Joãozinho responde:
— VA SE FUDÊÊÊÊÊÊ...
A professora veio dar aula sem calcinha um dia, e quando se abaixa para pegar o apagador a turma toda ri. Ela grita:
— Silêncio, o que você viu, Juquinha?
— Suas pernas, professora.
— Uma semana de suspensão. E você, Carlinhos?
— Suas nádegas, professora.
— Uma semana de suspensão.
Joãozinho pega seus materiais e vai indo embora.
— Onde vai, Joãozinho?
— Até o ano que vem, professora.
A professora pediu a Joãozinho que fizesse uma rima, e ele fez:
— Urubu tem pena no cú.
A professora o recriminou e o deixou de castigo.
No dia seguinte, a professora pediu novamente para Joãozinho fazer outra rima, e que esta fosse decente. Joãozinho então falou:
— Urubu tem pena no pé, só não tem no cú porque a professora não quer.
Joãozinho chega no meio da aula e a professora reclama:
— Atrasado outra vez, Joãozinho! É a terceira vez esta semana. O que você pretende ser no futuro, com este tipo de comportamento?
— Político, professora!
A professora pergunta para o Joãozinho:
— Joãozinho, se eu digo "Eu fui bonita", isso é no passado. E se eu dizer "Eu sou bonita", o que é, Joãozinho?
O Joãozinho responde:
— É mentira, professora!!!!!!
A professora perguntou à classe:
— Quem quer ir para o céu?
Todos na turma levantaram o braço, exceto o Zezinho. A professora então perguntou:
— Zezinho, você não quer ir para o céu?
— Não, professora, é que quando acabar a aula eu tenho que ir direto para a casa.
No primeiro dia de aula, entre a nova professora da turma:
— Bom dia, classe!
— Bom dia, professora!
— Eu serei a nova professora de vocês, eu me chamo Vlagina.
— Certo, tia Vlagina!
No outro dia, a professora chegou na classe e disse bom dia ao Joãozinho. Joãozinho tinha esquecido o nome da nova professora e olhou para Paulinho, e ele fez um triângulo com as mãos e falou baixinho:
— Com um L no meio.
Joãozinho entendeu e disse:
— Bom dia, tia Bocleta!
A professora pede ao Joãozinho se a palavra "você" tem acento, e o Joãozinho diz:
— Não sei, professora.
E a professora responde:
— Tem, você precisa estudar!
No outro dia, Joãozinho chega para a professora e pergunta:
— A senhora sabe o que as gurias gostam de botar na boca, tem a ponta roxa e é gostoso?
A professora diz:
— Joãozinho, você está expulso da escola.
Logo depois, o Joãozinho responde:
— Acalme-se, não é um pau, é o batom de chocolate!
A professora entra na sala de saia curta, toma um tombo e cai no chão. Daí ela pergunta pro Pedrinho:
— Pedrinho, o que você viu?
Ele responde:
— Suas canelas, professora.
A professora:
— Um mês de suspensão.
Ela pergunta:
— Joaquim, o que você viu?
— Suas coxas, professora.
— Dois meses de suspensão.
Daí ela pergunta o que o Joaozinho viu.
Ele responde:
— Tchau, gente, até ano que vem.
Dentro de uma sala de aula, a professora toma um tombo. Pergunta para o Pedrinho:
— Pedrinho, o que você viu?
— Vi suas canelas, professora.
— Uma semana de suspensão — disse a professora.
Pergunta para o Paulinho:
— Paulinho, o que você viu?
— Vi suas coxas, professora.
— Um mês de suspensão.
Pergunta para o Joãozinho:
— Joãozinho, o que você viu?
Joãozinho diz:
— Tchau, gente, até o ano que vem.
Era um dia de aula normal. A professora era muito baixinha, por isso tinha que subir em um banquinho enquanto escrevia no quadro. Todo dia era a mesma rotina. Certo dia, a professora caiu do banquinho toda aberta. Ela, toda desconfiada, perguntou:
— Pedrinho, o que você viu?
— Suas canelas, professora.
— Dois meses de suspensão.
Logo depois:
— Felipe, o que você viu?
— Suas coxas, professora.
— Quatro meses de suspensão.
— Joãozinho, o que você viu?
E ele, todo nervoso, responde:
— Até o próximo ano, professora.
A professora pediu para os alunos levarem objetos de primeiros socorros para a aula. A professora perguntou ao primeiro aluno:
— Mariazinha, o que você trouxe?
— Ela respondeu:
— Um termômetro, professora.
— A professora: quem te emprestou?
— Mariazinha: meu pai.
— A professora: o que ele disse?
— Mariazinha: que serve para medir a temperatura.
— E você, Joãozinho, o que trouxe?
— Joãozinho: um balão de oxigênio, professora.
— A professora: quem te emprestou, Joãozinho?
— Joãozinho: minha vovozinha.
— A professora: e o que ela disse, Joãozinho?
— Joãozinho: devoooooooooooooooooooooolveeeeeeeeee.
Na sala de aula, a professora perguntou para o Joaozinho:
— Joaozinho, se tinha 3 passarinhos e o caçador matou um, quantos ficou?
— Nenhum, professora.
— Matou um, quantos ficou, Joaozinho?
— Nenhum, professora.
— Por que nenhum?
— Com o barulho do tiro, os outros dois voaram.
— Joaozinho, a resposta está errada, mas gostei do raciocínio.
— Professora, tinha três mulheres: uma lambendo, outra mordendo, outra chupando. Qual era a casada?
— A que estava chupando.
— Não, professora, era a que tinha aliança no dedo, mas gostei do raciocínio.
No final de uma aula, a professora de Joãozinho lhe pede uma rima sem palavrões.
Joãozinho diz:
— Urubu tem pena no pé.
A professora, indignada, diz:
— Joãozinho, desde quando isso é rima?
Responde o garoto:
— Calma, eu ainda não acabei! A verdadeira é: "Urubu tem pena no pé, porque no cú a professora não qué!"
Um dia, Joãozinho pergunta para a professora: — Professora, como é que faz para colocar um elefante dentro da geladeira? A professora responde: — Não tem como! E Joãozinho diz: — Ah, tem sim, é só abrir a geladeira e colocar ele lá! E Joãozinho pergunta de novo: — Como é que faz para colocar uma girafa dentro da geladeira? A professora responde: — Abre a geladeira e coloca ela lá! Joãozinho responde: — Não, professora, primeiro tem que tirar o elefante! Joãozinho fala de novo: — Ó professora, o leão, o rei da floresta, deu uma festa e veio todo mundo…
A professora estava dando aula quando tascou uma pergunta:
— Quantos ovos tem uma dúzia, Joãozinho?
E ele respondeu:
— Não sei, professora.
— Você tem que estudar mais, viu? — xingou ela.
No outro dia, ele chegou na aula e perguntou de primeira para a professora:
— Professora, quantas tetas têm uma porca?
Ela respondeu:
— Não sei, Joãozinho. Por quê?
— Viu, "fessora", ontem a senhora me pegou pelos ovos e hoje eu lhe peguei pelas tetas.
Na aula de artes, a professora fala que hoje cada um vai ter que falar uma cor composta. Ela pergunta para a Adrianinha: — Fale uma cor composta, Adrianinha. — Verde metálico, professora. A professora fala: — Parabéns, Adrianinha. A professora pergunta agora pro Guilherme: — Guilherme, fale uma cor composta. — Vermelho ferrari, professora. A professora fala: — Parabéns, Guilherme. A professora pergunta agora pro Luizinho: — Luizinho, fale uma cor composta. — Verde oliva, professora. A professora fala: — Parabéns, Luizinho. Agora estava chegando perto…