A punheta
O sujeito consegue dar uma cantada na menina mais bonita da cidade. Ele a leva num bom restaurante, onde comem à luz de vela e tomam um vinho fantástico. Depois, ao levá-la para casa, ele para o carro num lugar tranquilo e começa a beijá-la. Ele enfia a mão debaixo da saia dela, mas ela o impede de ir adiante, dizendo ser virgem e não querer continuar.
— Tá bem! — diz ele. — Uma chupadinha, então?
— Hei! — responde ela. — Eu não vou pôr essa coisa na boca!
— Então uma punheta! — diz ele, já desesperado.
— Como é isso? — estranha ela. — O que é que eu tenho que fazer?
— Você se lembra de quando você era uma menininha? — explica ele. — Você pegava uma garrafa de Coca-cola, sacudia bastante e jogava o conteúdo no seu irmão?
— Me lembro!!!
— Pois é! — continua ele. — É só fazer igual.
Ela pega o instrumento dele e faz um movimento de vai-e-vem cada vez mais rápido. Em pouco tempo o rapaz começa a ficar roxo, a cabeça dele cai para o lado e seus olhos se fecham, uma coriza começa a sair pelo nariz, e ele geme de dor.
— O que está acontecendo??? — grita ela, horrorizada!!
— TIRA O DEDÃO DA PONTA!!!!!
