Ato de desespero
Um cara solteiro que morava numa cidade do interior tinha um pequeno problema de ereção, então resolveu ir ao centro procurar um médico para resolver seu problema.
O médico deu um remédio a ele, dizendo que era experimental e que não sabia quantos dias após tomar o remédio a ereção terminaria.
Mesmo assim o sujeito resolveu tomar. Quando retornou à sua cidade, o seu membro já estava em estado de ereção, um estado tão grande que ele não conseguia se conter.
Assim ele comeu todas as meninas solteiras da cidade, e já fazia bastante dias e o negócio ainda continuava de pé. O cara já estava desesperado com a sua tamanha ereção, que pensou:
— Deve ser alguma urucubaca. Eu vou comer uma mulher casada para ver se para.
Assim ele se envolveu com uma mulher casada e, quando estava no vai e vem, o marido chega e bate na porta. Desesperado, o mesmo nem dá tempo de pegar as roupas, pula pela janela do quarto, pelado e ereto.
Quando ele vê uma procissão de católicos com mais de 100 pessoas vindo em sua direção, e o pessoal da procissão o vê pelado e ereto, começam a gritar:
— Tarado!! Tarado!! Vamos pegar ele!!!
O rapaz, desesperado, corre feito louco e a procissão atrás dele gritando:
— Vamos matar ele!
Ele, já cansado, vê uma cabana, entra e fecha a porta, e o pessoal da procissão tentando arrombar a porta, gritando que iam matá-lo. Ele olha e vê um papagaio numa gaiola com os olhos esbugalhados olhando para ele.
O cara, no ato de desespero, sem saber o que fazer, tem um pensamento: vou esfregar meu pênis para ver se broxa.
Então ele começa a esfregar e esfrega, e o pessoal do lado de fora já balançando a cabana para entrarem, e ele esfregando e esfregando.
Daí o papagaio se desespera e começa a gritar:
— CURUPACO, CURUPACO, ARROMBA LOGO ESTA PORRA QUE O TARADO JÁ TÁ AFINANDO PARA ENFIAR NO MEU CURUPACO.
