O cabeção
Um cara abaixou a cabeça para amarrar o tênis, sua cabeça pesou, ele caiu e bateu a cabeça no chão.
Um cara abaixou a cabeça para amarrar o tênis, sua cabeça pesou, ele caiu e bateu a cabeça no chão.
Pai e filho vão a uma loja de roupas.
Chegando lá, chamam o vendedor...
— Por favor, vê uma camisa aqui pro meu filho cabeção!
E o pai dá um cascudo na cabeça do filho.
— Agora vê uma bermuda pro meu filho cabeção!
E dá mais um cascudo no filho...
— Agora vê um tênis pro meu filho cabeção!
E tome outro cascudo no filho.
— Agora vê umas meias pro meu filho cabeção!
Antes que o pai desse outro cascudo, o vendedor pergunta...
— Meu senhor, por que tanta violência com seu filho?
E o pai pergunta:
— Você tem mulher?
— Sim, tenho.
— Ela é apertadinha?
— Sim, por quê?
— É que a minha não, filha da puta de cabeção!!!
Joaozinho chega em casa falando para sua mãe:
— Mamãe, os meninos lá da escola estão me chamando de cabeção. O que eu vou falar com eles?
— Joaozinho, antes de te dar algumas dicas, faz um favorzinho pra mim?
— O que, mamãe?
— Vá ao sacolão e compre: 5 melões, 10 abacates e 3 peras.
Joaozinho fala:
— Mãe, me dá então uma sacolinha!
A mãe disse:
— Não precisa, filhinho, leve seu bonezinho.
Certo dia chega um homem com seu lindo filho em um bazar da pequena cidade onde moravam. O pai do garotinho diz: — Moço, me vê uma mochilinha bem bonitinha para esse meu filho aqui, né, cabeção. E centava-lhe um cascudo na cabeça. No dia seguinte chega novamente o pai e seu filho. O pai diz: — Moço, me vê um têniszinho bem bonitinho para esse meu filho aqui, né, cabeção. E centava-lhe um cascudo. A cena se repetiu por vários dias até que um dia o vendedor, indignado, parou e disse: — Por que todo dia você dá um cascudo no seu filho, hein? O pai diz: —…
Certo dia, chega em uma loja um pai e seu filho para fazer compras. O pai pede ao vendedor que lhe dê uma camizeta para seu filho, o vendedor traz a camizeta e o pai dá um cascudo no filho bem forte e diz:
— Né, cabeção!
Essa cena se repete por vários pedidos que seu pai fazia. Então o vendedor, indignado, diz:
— Moço, por que você dá um cascudo no seu filho a cada pedido seu?
O pai diz:
— Moço, você tem mulher?
O vendedor responde um sim.
O pai pergunta novamente:
— Sua mulher tem o cu bem apertado?
O vendedor diz novamente que sim.
O pai responde:
— Pois é, a minha mulher não tem, né, cabeção!!!
Certo dia um senhor muito rico desce com seu filho de seu BMW em frente a uma loja de sapatos e fica o tempo todo lhe dando tapas na cabeça do garoto e falando: — Tudo culpa desse cabeção! O vendedor, já enfurecido com o que via, gritou: — Que o garoto lhe fez? O senhor, com toda ignorância, começou a lhe humilhar dizendo: — Por acaso o BMW que está lá fora é seu? — Quem paga meu motorista é você? — Quem tem dezenas de empresas em todo o mundo é você? E continuou fazendo uma série de perguntas... O vendedor pensou rapidamente em uma forma de acabar com…
Um garoto chegou da escola chorando. Sua mãe perguntou o que tinha acontecido. Ele respondeu: — O menino me chamou de cabeção. Sua mãe lhe disse que era para ele xingar ele também. Mas no outro dia ele chegou chorando de novo. Sua mãe perguntou outra vez o que tinha acontecido. Ele disse que o menino tinha xingado outra vez. Sua mãe lhe perguntou: — Mas eu não mandei você xingar ele também? E o garoto respondeu: — É, mãe, mas ele correu. E a mãe disse: — Pois da próxima vez corra também. No outro dia chegou chorando outra vez. Sua mãe perguntou o que…
O senhor chegou para seus amigos no bar e lhes falou:
— Esta época tem chovido muito e minha casa caiu, e agora eu estou vivendo na rua com frio!
E até que então os seus amigos lhe disseram que iam lhe arranjar uma casa para morar e disseram que o lugar era numa vagina de uma mulher. E ele foi e aceitou a proposta.
Mas no outro dia ele chegou todo machucado e os amigos lhe perguntaram o que foi que tinha acontecido, e ele disse:
— O que aconteceu foi que, quando eu estava dormindo, um cara cabeção entrou na minha casa e começou a me bater, e ele entrava e saía da minha casa toda hora, e no final ainda cuspiu na minha cara!
O menino tinha a cabeça muito grande. Um dia o pai dele disse:
— Filho, vai na feira pra mim.
E o menino disse:
— Mas pai, todo mundo fala que eu tenho um cabeção.
— Não, filho, você não tem um cabeção.
— Tá bom, o que você quer que eu compre?
— Filho, compra 5 jacas, 3 melâncias, 4 melões e 5 mamões.
— Pai, então eu levo o carrinho?
E ele disse:
— Não, leva seu bonézinho.
O pai leva o filho em uma loja de roupas. Chegando lá, é atendido pelo empregado. — O senhor deseja alguma coisa? — Traga duas calças, uma para mim e outra pro meu filho. (e deu um tapa na cabeça do menino) — Ai, pai! — Cala a boca. Moço, traga duas camisas, uma para mim e outra pro meu filho. (e deu outra tapa na cabeça do menino) — Ai, pai! — Cala a boca. Moço, traga dois pares de sapato, um para mim e outro pro meu filho. (e deu outro tapa na cabeça do menino) O empregado ficou indignado com aquilo e falou: — Meu senhor, por que faz assim com o seu…
Um menino caipira chega para seu pai e diz:
— Pai, um minino na iscola mi chamô di cabeção.
— Mas ocê num correu atrais dele?
— Corri, mais ele entrô num bequim muinto istreitim.
Um louco olha para o espelho e diz:
— Quem é você?
Ao ver que o espelho não responde, ele fala:
— Além de ser feio, dentuço e cabeção, você também é um surdão.
Duas pulguinhas viviam no corpo de uma mulher. Uma delas entrou na xoxota da mulher e gritou:
— Que caverna escura, vou ficar por aqui.
Um cara foi e fodeu a mulher. Saindo da xoxota, a outra pulga perguntou:
— O que você viu?
— Quase nada: um cabeção entrou na caverna e deu duas guspidas na minha cara, depois não consegui ver nada.
A Sabrina saiu na Playboy e se achou gostosa e pediu para colocar um comentário de cada participante.
Joseane: Posso até ser falsa e mentirosa, só sei que sou mais bonita e mais gostosa.
Jean: Te acho gostosa e um tesão, só não sei se vai mudar depois da operação.
Dhomine: Quando te vi, senti muito tesão, olhei para baixo e... aí, para cabeção.
A Sabrina, quando saiu na Playboy, se achou muito gostosa e pediu para colocar um comentário dos participantes.
Joséane: Posso até ser falsa e mentirosa, só sei que sou mais bonita e mais gostosa...
A Sabrina não gostou nada.
Jean: Te acho gostosa e tenho muito tesão, só não sei se vai mudar depois da operação.
Dhomine: Quando te vi com aquele bundão senti muito tesão, olhei para baixo e... aí para cabeção.
O menino chega em casa chorando e diz para a mãe:
— Não vou sair na rua nunca mais, mamãe.
— Por que, meu filhinho?
— Porque os moleques da rua ficam me chamando de cabeção.
— Não liga pra eles não, meu filho, você é um menino lindo.
— Obrigado, mamãe. Agora aproveita para ir comigo ao supermercado, preciso comprar uma melancia e dois melões.
— Claro, mamãe, vou pegar a bolsa!
— Não precisa, filhinho, nós traremos tudo no seu bonezinho.
Joãozinho tinha uma cabeça enorme.
Um dia, seu pai mandou ele ir buscar a carga que ele tinha encomendado:
— Meu filho, vai buscar a minha encomenda.
— Mas, pai, eu tenho um cabeção e todos vão zombar de mim.
— Mas, filho, você tem uma cabecinha tão pequenininha.
Joãozinho ficou contente e falou:
— Tá bom, pai, o que é esta encomenda?
— São apenas 20 pêras, 60 maçãs, 40 bananas, 50 pães...
— Mas, pai, como é que eu vou carregar tudo isso?
— Leva no seu bonezinho, filho...
Era uma vez uma mulher que estava pelada na cama esperando o seu marido, que estava no banheiro.
De repente, duas pulguinhas pularam no pescoço dela.
Uma falou para a outra:
— Vamos pular as montanhas que vai chover.
Depois, viram um poço e uma disse à outra:
— Cuidado para não cair.
Depois viram uma floresta e disse:
— Vamos atravessar.
Depois viram uma caverna e uma disse para a outra:
— Espere que eu vou verificar o que há lá dentro.
De repente o marido chegou, e daí a pulguinha voltou e disse:
— Vi um cabeção que cuspiu na minha cara.
O menino morria de vergonha de sair na rua, pois todos falavam do seu cabeção (e que tamanho de cabeça). Então, certo dia, o pai chamou-o na sala e disse:
— Joãozinho, vai até a vendinha da esquina e me traga algumas coisas.
— Não vou não, todos ficam me zuando e eu não vou.
— Pare com isso, menino, você não é cabeçudo, esses meninos são uns tolos, não liga para o que eles falam não.
— Está bem, o que eu trago?
— Traga 2 melancias, 3 melões, 4 abacaxis, 2 pencas de bananas e 2 dúzias de laranjas.
— Então preciso levar o carrinho.
— Precisa não, traga tudo no seu bonezinho!!!!!!
O gaúcho chega na praia de Copacabana, todo pilchado, vê aquele marzão e resolve tomar um banho de mar com toda a sua pilcha. De repente vem um ondão e arranca sua bombacha, e muito descansado que o tal gaudério é, nem se importou, continuou a desfrutar seu banho. Quando foi saindo d'água, com aquela "guasca" (pau) pindurada junto à perna, com o cabeção mais ou menos na altura do joelho, reparou que todos os banhistas olhavam para ele e riam. Como o gaúcho não se aperta, lascou uma pergunta para o povaréu:
— Vai me dizer que o de vocês também não encolhe quando fica muito tempo no mar?
Banhistas que lá estavam olhavam.
O japonês vai ao restaurante com a mulher e os três filhos (que têm um baita cabeção). O garçom os atende: — O que vocês querem? O japonês dá um tapa na cabeça de cada filho e responde: — Pra mim e minha mulher, o melhor prato da casa. E dá mais um tapa em cada filho. O garçom pergunta: — E para os seus filhos? O japa dá três tapas em cada um dos seus filhos e fala: — O pior prato da casa. O garçom traz caviar para a mulher do japa e angu para os meninos, que recebem mais três tapas do pai. O garçom, curioso, pergunta: — Por que você bate tanto nos…
Era uma vez dois carrapatos que viviam em um velho colchão de uma casa. Um dia, um carrapato diz para o outro: — Alfredo. — Fala, Cardoso. — Eu tô enjoado desta nossa vida. Que tal nós dois sairmos por esse mundo afora para conhecer novos horizontes? Alfredo, meio desconfiado, aceita a proposta do Cardoso. Saíram a caminhar pelo velho colchão e, de repente, a dona da casa sai do banho e deita peladinha em sua cama. Os dois carrapatos continuam a sua viagem e sobem em cima dos dois peitinhos da mulher, e um comenta com o outro: — Alfredo, este deve ser…