Capiau pescador
Estavam os dois amigos pescando em uma lagoa, pescavam assentados num girau e com os pés dentro d'água, quando de repente um deles falou:
— Ô, Zé!
— O que é?
— Acho que um jacaré comeu meu pé.
— E qual?
— Sei lá, jacaré é tudo igual.

Estavam os dois amigos pescando em uma lagoa, pescavam assentados num girau e com os pés dentro d'água, quando de repente um deles falou:
— Ô, Zé!
— O que é?
— Acho que um jacaré comeu meu pé.
— E qual?
— Sei lá, jacaré é tudo igual.

Uma dupla sertaneja foi fazer seu primeiro show no boteco do Zé do Copo. Chegando lá, já mandaram seu primeiro sucesso. Depois que terminaram, eles ouviram uma voz lá do fundo:
— Bisss, bisss!
E os caras, animados, cantaram de novo a sua música de trabalho e, ao término, ouviram de novo o bisss, bisss. Um virou pro outro e disse:
— Oia, cumpadi, eis tão gostando mesmo do nosso show. Vamô cantá de novo.
E lá foram eles, cantaram e, ao terminar, ouviram de novo o bis. O dono do bar, irritado já com aquela música, pediu que alguém acendesse as luzes. E no fundo estava um gago tentando vender biscoito.
Um certo dia o caipira, não se sentindo bem, resolveu ir ao médico pra ver o que estava havendo com ele. Foi quando o médico perguntou: — Me diga, como é o seu dia a dia? Então o caipira começou a falar: — Seis hora acordo, tomo café da manhã, dou umazinha na muié e vou pro milhara. Meio dia vorto pra armuçar, dou umazinha na muié e vorto pro milhara. Seis hora vorto pra casa, janto, dou umazinha na muié e durmo. E no dia seguinte faço tuuudo de novo. O médico arregalou os olhos e falou: — Claro que eu sei qual é o seu problema, o seu problema é sexo…
Certo dia, um caipira muito curioso resolveu ir à cidade. Andando pela rua, se deparou com um tumulto em uma esquina. Resolveu verificar o que estava acontecendo, mas a multidão não deixava ele se aproximar, então ele disse:
— Me dê licença que eu sou parente da vítima.
Com isso, as pessoas iam abrindo espaço. Quando ele chegou perto, viu que um caminhão tinha batido num jumento.
A caipira ia em uma festa na cidade. Como na roça não se usa calcinha, ela decidiu fazer uma para ela mesma. Então, ela foi na vendinha e pegou um pano jogado no chão e, com esse pano, costurou uma calcinha.
Chegando na festa na cidade, um homem logo chegou para cima dela e a levou para sua casa. Eles começaram a tirar a roupa, e o homem a tirar a calcinha da caipira, para enfiar na xoxota. De repente, ele começou a rir, e ela perguntou:
— Pur qui é qui ocê tá rindu?
— É porque eu nunca vi alguém usar uma calcinha escrita "RAÇÃO PRA PINTO".
Havia um homem que era da cidade e foi para o campo. Aquele homem disse para o outro:
— Essa banana é tão pequena, não é?
— Sim, mas deixa ela no chão para ver o que acontece.
Na roça chega o cumpadre e pergunta ao dono da roça como vai a sua mulher, aquela doidinha.
Ele respondeu:
— Não te interessa, suma daqui!
Aí o outro, quando estava longe, gritou:
— Olha o marido da astronauta, que vive no mundo da lua!
Ele pensou: astronauta? Vem de astronomia, quem mia é gato, gato bebe leite, quem dá leite é a vaca... E gritou:
— Volta aqui, desgraçado, minha muié não é vaca!