Concurso de mentiras
Havia um concurso de mentiras na TV, e o primeiro candidato foi o portuga Manuel.
Ele começou:
— Na minha terra havia um sábio que...
A plateia interrompeu e gritou empolgada:
— Já ganhou!!!! Já ganhou!!!

Havia um concurso de mentiras na TV, e o primeiro candidato foi o portuga Manuel.
Ele começou:
— Na minha terra havia um sábio que...
A plateia interrompeu e gritou empolgada:
— Já ganhou!!!! Já ganhou!!!

O Manoel, em Lisboa, fica sabendo que no Brasil os casacos de pele são muito caros e aí toma uma decisão: vou para o Brasil vender peles de gambá, os brasileiros são uns trouxas, nem vão se dar conta que são peles de gambá. Ô Maria, arruma as malas que vamos para o Brasil ganhar muito dinheiro. A Maria, sem saber nada, arruma as malas. No dia seguinte, lá estava o casal lusitano desembarcando no Brasil. Ao se aproximarem da Polícia Federal, a Maria fica apreensiva e diz ao Manoel:
— Manoel, a Polícia Federal, vão descobrir que é contrabando, o que eu faço com os gambás?
— Põe nas calcinhas.
— Mas e o cheiro?
— Os gambás que se virem.
O português se encontrava numa festa, sentado sobre o meio da mesa, e todos os copos estavam emborcados, como manda a etiqueta.
Quando o garçom começou a servir a bebida, os convidados desviraram os copos, menos o português.
Depois de todos servidos, à exceção do dito lusitano, um conviva ao seu lado perguntou-lhe:
— Ó portuga, você não bebe?
— Bebo sim, ó raios, mas como vou beber se me dão um copo que não tem boca e no fundo tem um furo?
Um lindo dia ensolarado, o senhor Freginel, dono de uma fazenda, tinha uma linda piscina em sua casa.
Certo dia convidou Pedro (alemão), João (gaúcho) e Manuel (português). Ele tinha uma piscina mágica que tudo que você pedisse aparecia milagrosamente.
Ao chegarem os seus amigos, o primeiro, dúvidoso, correu e gritou:
— Pinga!
E a piscina se transformou em pinga. Esse foi o pedido de João.
Depois veio Pedro (alemão) e gritou:
— Carro e mulher!
E a piscina encheu de mulher.
Logo depois veio Manuel (português), ia gritar, mas bateu a canela na quina da piscina e xingou de raiva:
— Caspita (merda)!
Ccccccccchhhhhhhúúúúúúúúúaaaaaaaaaaaa
No deserto tinha um brasileiro, um americano e um português. Quando encontraram uma lâmpada e a esfregaram, sai o gênio e disse: — Cada um tem direito a um pedido, mas vai funcionar desta maneira: irei colocar uma piscina e um trampolim. Um de cada vez vai subir, correr e, na hora que pular, vai fazer o pedido, e quando chegar no chão o pedido vai estar lá, em uma grande quantidade. Primeiro foi o americano. Subiu, correu, quando pulou gritou: — Hambúrguer! Quando caiu no chão, tinha diversos hambúrgueres. Segundo foi o brasileiro, todo espertão…
O brasileiro, o alemão e o português estavam de jipe no deserto até que uma hora acabou a gasolina e eles resolveram ir andando. Daí eles estavam um pouco longe e o alemão disse: — Peraí, que eu vou voltar no jipe para pegar uma coisa. E voltou com uma faca. O brasileiro ficou curioso e perguntou para que ele tinha pego a faca, e o alemão respondeu: — Se aparecer uma cobra, nós temos como nos defender. Mas para frente dali, aí o brasileiro também decide voltar pra pegar alguma coisa no jipe e volta com um galão de água caso eles tivessem sede. Bem…
O português estava no trabalho, numa construção de um prédio, quando caiu um tijolo lá de cima e arrancou a orelha dele. Desesperado, ele começou a gritar:
— Minha orelha! Minha orelha!
Aí o Jorge, colega dele, pegou a orelha dele e disse:
— Tá aqui sua orelha, Manoel, vê se para de reclamar!
E o Manoel, apavorado, responde:
— Essa não é a minha orelha, não!
E o Jorge:
— Mas como você sabe que não é a sua orelha, Manoel?
— Ora, pois, a minha tinha um lápis pendurado!