Conversa de louco!
Dois loucos estão conversando e de repente um fala pro outro:
— Eu estou pensando em comprar o estádio do Morumbi.
O outro louco, meio assustado, responde:
— Rumm! Mas eu não vendo.

Dois loucos estão conversando e de repente um fala pro outro:
— Eu estou pensando em comprar o estádio do Morumbi.
O outro louco, meio assustado, responde:
— Rumm! Mas eu não vendo.

Num hospício havia um louco passeando com uma escova de dentes numa coleira, quando veio o doutor, se achando muito esperto, e falou para o louco:
— E aí, Chicão? Passeando com o cachorro?
— Não! O senhor não está vendo que é uma escova de dentes? — falou o louco.
O doutor virou as costas e pensou: "Nem eu entendo os meus próprios pacientes", enquanto o louco dizia:
— Enganamos mais um, Totó!
Um louco estava escrevendo uma carta e o guarda chegou e disse:
— Está escrevendo uma carta.
E o louco responde:
— Sim, seu guarda.
O seu guarda pergunta:
— Essa carta é para quem?
O louco responde:
— É para mim mesmo.
O que está escrito, o guarda pergunta?
O louco fala:
— Não sei, ainda não recebi.
Todos os dias à tarde a moça passava em uma calçada que tinha um muro muito alto, e sempre ouvia gritos desesperados: "Tô podre, tô podre!"
Ela já não aguentava tanta curiosidade e resolveu olhar. Subiu no muro: era um hospício. O louco enfiava o dedo no cú, cheirava e gritava: "Tô podre, tô podre!"
O rapaz vai ao psiquiatra, deita-se no divã e confessa:
— Doutor, estou tão nervoso que não sei por onde começar...
E o médico, em tom de brincadeira:
— Comece do princípio.
— Bem, no princípio eu criei o Céu e a Terra...
Certo dia, os loucos se reúnem e decidem fazer uma fuga.
Já na segunda-feira eles começaram o treinamento.
Foi até a sexta-feira: todos os dias eles pulavam o muro e voltavam para dentro de novo.
No dia da fuga, chega um louco desesperado e fala:
— Pessoal, não vamos mais poder fugir.
— Mas por quê? — perguntaram os loucos.
— É que os caras derrubaram o muro!!!
O cara estava pintando um prédio quando a chave caiu. E ele gritou muito alto:
— Alfredinho, pega a chave aí!
E Alfredinho nada de ouvir. E ele de novo:
— Alfredinho, pega a chave aí!
Nada. Na janela tinha um binóculo. Ele pegou e viu Alfredinho perto e falou baixinho:
— Alfredinho, pega a chave aí!