Festa não entra animais
O cara pega seu papagaio e vai para uma festa.
Chegando lá na recepção, o segurança anuncia:
— Desculpe, mas animais aqui não entram.
E o papagaio fala:
— Pode deixar, ele está comigo.

O cara pega seu papagaio e vai para uma festa.
Chegando lá na recepção, o segurança anuncia:
— Desculpe, mas animais aqui não entram.
E o papagaio fala:
— Pode deixar, ele está comigo.

Estava um vendedor de picolé andando na praia, vendendo picolé, é claro! Ele estava levando seu papagaio mascote, seu nome era Kiko. Quando alguns minutos depois o vendedor disse:
— Kiko, fique aqui vendendo picolé que eu vou ali rapidinho comprar ingredientes para fazer mais picolé EXPRESS. Diga que tem dos seguintes sabores: abacaxi, caju e ameixa.
— OK! — disse o papagaio.
5 minutos depois apareceu uma saradona!!!! Chegou perto do papagaio e perguntou:
— Quais são os sabores?
Kiko respondeu:
— Abaixa aqui!, vira o cú!, e não se mexa!
Um português vai à loja de animais e pergunta para o senhor:
— Quanto é esse papagaio?
— Um preço.
— Mas só se puxar uma perna ele fala em inglês, e se você puxar a outra ele fala em italiano.
— E se eu puxar as duas? — perguntou o português.
Aí o papagaio respondeu:
— Seu burro, eu caí!!!
Um moço ia para o trabalho. Se o moço chegava mais cedo, o corno dizia:
— O papagaio já vai pro trabalho, corno.
O moço enfiou o papagaio em uma sacola, chacoalhou e abriu. Se viu o terremoto:
— Corno!
Alhou e abriu.
A senhora ia comprar um papagaio e foi ao mercado. Chegando lá, o dono da venda lhe advertiu: esse papagaio era de um puteiro, portanto não se espante se ele começar a exagerar nas palavras. Dito isso, a mulher foi pra casa e retirou o pano de cima da gaiola e o bicho foi logo soltando a língua: — Nova casa... nova cafetina. A mulher quase matou o bichano, mas se lembrou do que disse o dono da venda. Por volta das cinco da tarde, a filha da dona chegou da escola e o danado novamente falou: — Nova casa, nova cafetina... nova mulher de vida fácil. A…
Uma família estava de mudança. Arrumaram suas coisas na kombi, mas o papagaio ficou mal arrumado.
A kombi andou e, numa freada, a gaiola caiu. Os rapazes saíram, colocaram o papagaio na kombi de novo e continuaram a viagem. Mais uma freada e o papagaio caiu de novo. Eles saíram, colocaram o papagaio de volta e continuaram a viagem. Na terceira vez que isso aconteceu, o papagaio, puto de raiva, falou:
— Porra! Me dá o endereço que eu vou a pé, caralho!
Um papagaio, mascote do quartel, vivia atormentando o sargento, pois toda vez que o sargento passava por lá tinha que dar continência. E, se não, o papagaio dizia: — Cadê a continência, filho da puta!! O sargento, que na verdade não se importava com isso, fazia de conta que nem era com ele. Mas um dia, em que a noiva do sargento iria visitá-lo no quartel, ele resolveu dar continência. Mas antes do sargento passar, passou um soldado e lá vem o papagaio: — Cadê a continência, filho da puta! O soldado, revoltado, pega o papagaio e despena-o todinho…