Foda do engenho
Um velho tava todo feliz porque tinha recebido sua aposentadoria, e como fazia tempo que não fudia nenhuma mulher, pois sua mulher tava toda desgastada, foi para um cabaré comer uma puta.
Chegando lá, vê uma puta e chama ela:
— Quero te fazer uma aposta. Aceita?
A puta diz:
— Aceito, mas o que é?
— Vou te fuder de todo jeito, não tem uma foda que eu não conheça, aposto com você.
— Isso é o que vamos ver.
Subindo para o quarto do cabaré, ele joga a puta na cama e começa. E tome, tome, tome. De todo jeito: por trás, pela frente, frango assado, canguru perneta, 69.
Chegou uma hora que ele, deitado, disse:
— Agora vamo a foda do engenho.
— O que disse?
— É simples, é só tu sentar em cima de mim.
Ela senta e pensava que era para ficar pulando; só que era para ficar rodando.
Chegou ao ponto que os cabelos da pomba do véi se enrolaram com os da puta. E ele gemendo ai, ai, ai, e ela pensando que ele estava gostando.
O véi já passando mal começa a se cagar e a merda começa a feder. Aí a puta pergunta:
— Hum... cheirinho de merda, tá sentindo?
— É não, é o bagaço da cana.
