Mania de um louco
Num prédio (manicômio) havia um louco no 50º andar. Toda vez que ia dormir tinha uma mania:
Cuspia na janela e se jogava na cama.
Teve uma vez que ele se atrapalhou e cuspiu na cama e se jogou na janela.

Num prédio (manicômio) havia um louco no 50º andar. Toda vez que ia dormir tinha uma mania:
Cuspia na janela e se jogava na cama.
Teve uma vez que ele se atrapalhou e cuspiu na cama e se jogou na janela.

Numa clínica de recuperação de doentes mentais e com superlotação, tendo que admitir novos casos, o diretor da ordem para a psicóloga da instituição: selecione dois para que no final ele selecione qual é o menos doente e o ponha nas ruas novamente. Depois de um mês de seleção, a psicóloga separa dois indivíduos e coloca-os em uma sala com um observador e chama o diretor para analisá-los, juntos. Um dos loucos faz gestos de que está lançando o molinete de pesca em uma lagoa e logo alguns segundos ele recua a linha e a torna a lançar de novo, enquanto o…
O cara tinha acabado de chegar em São Paulo. Era a primeira vez. Estava perdidão. Olhou para um lado, olhou pro outro, e não achava ninguém. Foi então que viu um louco. Como não havia ninguém, resolveu pedir informação:
— Você poderia me dar uma informação?
E o louco:
— Certamente, amigo.
— Onde fica a Rua 25 de Março? — indagou o rapaz.
O louco parou. Pensou, e respondeu:
— De que ano?
Um segurança deixou a porta de um hospício aberta e dez loucos fugiram e subiram em uma árvore, e o segurança foi atrás, e os loucos não queriam descer.
— E aí o segurança pensou e disse:
— Você é uma fruta madura.
E um doido caiu da árvore, e foi a seguir; quando chegou no último, ele não queria cair.
— E o guarda falou:
— Enfie o dedo no cu e cheire.
E o doido fez o que o guarda falou e disse:
— Ii! Tô podre.
E caiu.
O prefeito foi visitar o hospício da cidade. Chegando à biblioteca, percebe que tem um louco de cabeça para baixo, pendurado no teto. Preocupado, comenta com o diretor do hospício:
— O que é que esse louco está fazendo aí no teto?
— Ele pensa que é um lustre.
— Mas é muito perigoso, ele pode cair e se machucar.
— Por que vocês não o tiram do teto?
— Mas e à noite, como é que a gente vai fazer para ler no escuro?
Dois pacientes passam o tempo no hospício:
— Adivinhe o que eu tenho na mão!
— O Pão de Açúcar!
— Assim não vale! Você viu o bondinho...
Dois loucos no último andar do hospício tentando fugir. Um deles fala para o outro:
— Seguinte: eu ligo a lanterna, aponto lá embaixo e você desce pelo foco.
O outro louco, mais que depressa, disse:
— Eu sou louco, mas não sou bobo. Vai que eu tô na metade e tu desliga a lanterna.