Não conhecia pijama
Tinha um português que não conhecia pijama. Um dia deram um pijama de presente para ele. O português gostou tanto do pijama que ele só tirava para dormir.

Tinha um português que não conhecia pijama. Um dia deram um pijama de presente para ele. O português gostou tanto do pijama que ele só tirava para dormir.

O português chegava no bar do cara todo dia, pedia uma latinha de cerveja, o cara colocava a lata no balcão, o português tirava um abridor do bolso e abria a lata. No outro dia, mesma coisa. No outro, de novo. O cara do bar foi ficando cabreiro e perguntou ao português por que ele usava aquele abridor todo dia, se ele não sabia para que servia o anelzinho da lata. E o português respondeu:
— U rráios, claro que sei! Isso é para quando português esquece o abridor em casa.
Era uma vez um português, um japonês e um inglês. Eles queriam saber quem peidava mais longe, então enfiaram um sabugo na bunda. Aí o português peidou primeiro e o sabugo voou um metro.
Aí foi a vez do inglês. De novo eles enfiaram o sabugo na bunda do inglês, e ele peidou e o sabugo voou dois metros.
Aí o japonês falou:
— Isso não é nada!
Aí ele peidou e o sabugo sumiu.
Aí um repórter vem dizendo:
— Extra, extra! Morreu uma véia com uma sabugada na testa!
O português foi para a Paraíba e lá ele viu o paraibano tirando foto e ele pensou: vou tirar uma foto para mandar para a Maria. E ele tirou a foto com dois burros e na carta ele escreveu: Maria, o do meio sou eu.
Havia dois homens caminhando na calçada. Um era português, o outro brasileiro. Até que deram de frente com um monte de bosta no chão. O brasileiro então disse:
— É bosta.
O português disse:
— Não é.
Os dois ficaram discutindo até que o português virou e disse:
— Só há uma maneira de descobrirmos se é bosta ou não é.
O brasileiro disse:
— Então como é?
O português se ajoelhou, enfiou o dedo na bosta, lambeu e disse:
— É bosta mesmo, ainda bem que nóis num pisemos.
Português liga para o aeroporto:
— Quanto tempo leva de Portugal à China?
— Um minuto, por favor.
Ele desliga e resmunga...
— Nossa! Que velocidade!
Estava o pai consertando algumas coisinhas dentro de casa, quando vira para o filho e pede:
— Filhinho, vai lá na casa do nosso vizinho português e pede a ele o martelo emprestado.
Daí a pouco o menininho retorna sem nada nas mãos.
— Mas o que foi que aconteceu, cadê o martelo?
— Ele disse que não empresta porque vai gastar.