Telefones
Manoel ganhou uma agenda telefônica. Quando Maria foi ver, procurou na letra A e nada, na B e nada, e assim em diante. Finalmente chegou na letra T e lá estava: telefone da Márcia, telefone do Joaquim.
Manoel ganhou uma agenda telefônica. Quando Maria foi ver, procurou na letra A e nada, na B e nada, e assim em diante. Finalmente chegou na letra T e lá estava: telefone da Márcia, telefone do Joaquim.
Num congresso feminista, mulheres de vários países se encontravam para contar suas experiências com seus companheiros no sentido de tornar realidade a igualdade com o sexo oposto. A primeira a debater foi uma norte-americana: — Colegas de todo mundo, resolvi pôr em prática nossa liberdade, virei para Smith, meu esposo, e avisei que a partir daquele instante não lavaria mais louça. No primeiro dia não vi nada. No segundo dia não vi nada. No terceiro dia ele lavou um copo, depois o prato. Ovacionada, cedeu a palavra à congressista da Alemanha: — Colegas…
O elefante convida o piu-piu para fumar um tabaco.
Na primeira fumada, o elefante fuma e passa para o piu-piu, e o elefante pergunta:
— E aí, piu-piu, o que você está sentindo?
E o piu-piu responde:
— Não sinto nada.
E logo depois de umas cinco passadas um para o outro, o elefante pergunta de novo:
— E aí, piu-piu, o que tu tá sentindo?
E o elefante, já doidão, o piu-piu responde:
— Não sinto nada.
Mas como, piu-piu? Eu já tô doidão e tu não sente nada?
— Eu não sinto minhas perninhas não, não sinto minhas perninhas não, não sinto nada.
Um gay chegou ao papa e disse:
— Me dê um vestido de noiva, eu quero casar com o Faustão!
Então o Et chegou e respondeu:
— É inverno e as flores estão começando a brotar, ainda você não pode vender pirulitos!
— Ah! Então eu não posso comer chocolate? Que droga!
— Sim!
— Que saco!
— Bom, eu ainda tenho uma calcinha!
— Legal, quer vender? 0,50!
— Sim! Vou lamber até... essa piada idiota acabar!
Certa vez havia um papagaio traficante e seu amigo pintinho, que era todo certinho.
Certo dia o papagaio chamou o pintinho para fumar um baseado e o pintinho foi. O papagaio começou com maconha e perguntou:
— E aí, pintinho, tá sentindo o quê?
E responde o pintinho:
— Não tô sentindo nada.
— Poxa, que pinto forte! — diz o papagaio. — Então experimente esse craque.
— E aí, pintinho? — pergunta o papagaio.
Responde o pintinho:
— Não tô sentindo nada, o pinto forte.
— Cheira então essa cocaína.
— E aí, pinto? — diz o papagaio, já muito doidão.
— Continuo sem sentir nada, não sinto as pernas, não sinto as asas, não tô sentindo nada.
Esta foi lá em São Paulo, na rua Augusta. Eu ouvi uma conversa de duas modelinhos profissionais muito bonitinhas, destas que aparecem em capa de revista. Uma dizia para outra: — O que você tem feito, querida? — Ah, eu arrumei um namorado... Um rapaz muito bom, sabe! Ele me dá sempre rosas com cartões: "Uma rosa para outra rosa". Menino inteligentíssimo, ele me dá bombons caros, joias caras... Me deu um Piaget, um Cartier, um Ivan Clive... E eu não tenho nada, absolutamente nada com ele, somos apenas amigos, nada mais que isso, só bons amigos... Tem um…
Dois amigos encontram-se na rua e um pergunta:
— E aí, cara? Como vai você?
— Ah... não tô muito bem não.
— Mas você não tava super feliz com sua Ferrari nova?
— Estava, mas aí ela bateu.
— Não tem importância, o seguro cobre.
— É que eu me esqueci de pagar o seguro. E também foi perda total.
— Isso a gente esquece, você tem a sua mulher para te consolar.
— Ela estava dirigindo o carro.
— Mas você tem seu filho para te alegrar.
— Ele estava no banco do carona.
— PORRA, CARA, VOCÊ NÃO TEM NADA DE POSITIVO NA VIDA NÃO?????
— Tenho.
— O quê?
— HIV.
Depois de beber até altas horas da madrugada, o nosso cana-brava colocou o cigarro na boca e:
— Cadê o fósforo? Nada, ninguém passava por ele, afinal era de madrugada. Quando, de repente, ele vê um vagalume à sua frente e não hesita:
— Acende pra mim aí, meu? Nada. Novamente ele insiste:
— Acende aí, meu? Porra? Várias vezes e nada. Então, ele, puto da vida, respondeu:
— Seu preto filho da puta!
Era um congresso com as feministas de todo o mundo: Sobe ao palanque uma americana e diz: — Meu marido não fazia nada em casa. Um dia eu disse a ele: — Não lavarei mais nenhuma peça de roupa! E as centenas de feministas vibravam: — Ehhhhh!!! É isso aí... Viva!!! — No primeiro dia não vi nada — diz a americana. — No segundo dia, também não vi nada. — No terceiro dia, ele lavou uma cueca, umas camisetas... E hoje nós temos a maior lavanderia da América. E a multidão exclama: — Ehhhhh!!! É isso aí... Viva!!! E sobe ao palanque uma feminista francesa e…
A mulher de Manuel, vendo seu marido sem fazer nada, pediu para ele pintar a cerca:
— Manuel, já que não estás a fazer nada, dá uma pintada na cerca.
O português estúpido responde:
— Experimente você dar uma bucetada para ver como dói.