Grandes charadas
Qual o cúmulo da ignorância?
Tirar catota com luva de boxe.
Qual o cúmulo do azar?
Cair de costas e quebrar o nariz.
Qual o cúmulo da mira?
Transar com uma mulher grávida e acertar o cu do pirralho.
Qual o cúmulo da ignorância?
Tirar catota com luva de boxe.
Qual o cúmulo do azar?
Cair de costas e quebrar o nariz.
Qual o cúmulo da mira?
Transar com uma mulher grávida e acertar o cu do pirralho.
Qual o cúmulo da ignorância?
Tirar catota com luva de boxe.
Qual o cúmulo do azar?
Cair de costas e quebrar o nariz.
Qual o cúmulo da mira?
Transar com uma mulher grávida e acertar o cu do pirralho.
Um dia um garoto foi para a escola e a professora perguntou:
— Joãosinho, por que seu cabelo está verde?
Daí ele respondeu:
— Porque quando meu nariz escorre a meleca, eu passo a mão e estico pro cabelo. Ahahahahahaha!
Serto dia o mineirinho vai ao médico. Chegando lá, o médico pergunta: — Pois não, o que o senhor deseja? O mineirinho responde: — É que eu não tô muito bem, é que eu não estou peidando como antes, é que agora eu naum sinto mais cheiro, meus pum estão fraquinhos, eu sinto que eu naum estou bem. O médico responde: — Bom, então vamos lá, você deita aí na maca de barriga para baixo que eu vou te examinar... Uma tem depois o médico fala: — Naum, naum, aqui está tudo serto. O mineirinho responde: — Esperai que tá vindo um pum para o senhor "vê" aí, vai. O…
Um dia um anão resolveu ir ao médico contar seu problema:
— Doutor, eu peido, peido e não sinto cheiro. O que está acontecendo?
— Não sei, meu senhor.
Depois de alguns dias ele descobriu que estava com o nariz entupido.
Qual o cúmulo da ignorância?
Tirar catota com luva de boxe.
Qual o cúmulo do azar?
Cair de costas e quebrar o nariz.
Qual o cúmulo da mira?
Transar com uma mulher grávida e acertar o cu do pirralho.
Qual é o cúmulo da elasticidade?
Colocar um pé no Corcovado, o outro no Pão de Açúcar e lavar o saco na baía de Guanabara.
Qual é o cúmulo da nojeira?
Chupar o nariz de um mendigo morto até sugar o cérebro.
Um sujeito está limpando o nariz.
Daí uma menina indaga:
— Vai haver festa no salão?
O sujeito responde:
— Vai sim. Mas puta não entra.
A menina ameaça-o:
— Vou chamar meu pai.
O sujeito atenua:
— Não adianta! Corno também não entra.
Um anão estava andando na rua quando, de repente, encontrou a vovó Mafalda...
Então, resolveu perguntar:
— Vovó, o que que eu faço pra dar um beijo no seu nariz?
Pensando que é muito engraçada, ela responde:
— Abaixa a calça e mija aí... eheheheheheheh
Certo dia Joaquim resolveu ligar para o açougue:
— Alô, o senhor tem orelha de porco? — diz Joaquim.
O açougueiro responde:
— Sim.
— Se também tem nariz de porco?
— Sim.
— Se também tem focinho de porco?
— Sim.
— Ooo, meu, o senhor é feio mesmo, hein...
— Sabe o pintinho sem cu?
— Não!...
— Hehe... foi soltar um pum e explodiu.
---------------
— E o pintinho sem nariz?
— Também não...
— Foi espirrar e virou do avesso... hahaha.
---------------
— E aquele pintinho que tinha só uma patinha?...
— Nunca ouvi falar...
— Foi ciscar e levou um tombo... hahahahahahahaha.
O português e o brasileiro estavam dentro do elevador, quando de repente o brasileiro, com uma mão tapando o nariz e com a outra se abanando, diz:
— Foi você, não, Joaquim?
— Mas é claro! Ou tu pensas que eu nasci com este cheiro?
A professora pergunta ao Pedrinho: — Qual é o animal que tem quatro patas, anda em cima do telhado, faz miau e tem uma azeitona no nariz? O menino responde: — Eu não sei, fessora. — E você, Joãozinho, sabe? — pergunta a professora. — Com azeitona no nariz eu não sei, fessora — diz o garoto. — É gato, Joãozinho. A azeitona eu só coloquei para complicar. E agora, Joãozinho, faça uma pergunta para mim. — Tá bom, fessora. — O que é um coiso comprido, roliço, com duas bolas embaixo, vermelho na ponta e que as mulher gosta de colocar na boca? E a professora…
P: Qual o cúmulo da economia?
R: Usar um papel higiênico dos dois lados.
P: Qual o cúmulo da dificuldade?
R: Colocar o dedo no nariz com uma luva de box.
P: Qual o cúmulo da paciência?
R: Assistir a uma corrida de lesmas em câmera lenta.
1-
Em um hospício havia uma banheira onde todos cuspiam. Certo burro foi também cuspir e na beirada de sua boca ficou um fiozinho de cuspe.
Ao chupar de volta, tomou tudo o que havia na banheira.
2-
Chupar o nariz de um defunto até a cabeça murchar.
No Hospital Universitário, anexo à Faculdade de Medicina, a professora comenta com os alunos, enquanto examina uma paciente:
— Vejam só o estado dela... rosto inchado, nariz escorrendo, olhos lacrimejantes, lábios sem cor...
Nisso a doente se ergue:
— Vê se se olha no espelho, doutora, que a senhora também não é lá essas coisas!
Joãozinho diz ao pai:
— Pai, eu perdi a bolinha.
O pai procura a bolinha por todo o cinema.
As pessoas, irritadas, ajudam a procurar a bolinha.
O dono do cinema pergunta ao garoto:
— Sua bolinha é importante?
Responde o garoto, botando o dedo no nariz:
— Não, eu faço outra.
Manoel andava tranquilamente pela rua quando, de repente, vê uma bosta e se abaixa, colocando o dedo nela e depois no nariz:
— Oh, raios! Tem cheiro de bosta!
Novamente o português atola o dedo na bosta, põe seu dedo na boca:
— Tem gosto de bosta!
Pulando a bosta:
— Ainda bem que eu não pisei!
Qual é o cúmulo da sacanagem?
— Levar um português numa sala redonda é pedir para ele chutar o canto.
Qual é o cúmulo da precaução?
— Uma bicha tomar anticoncepcional.
Qual é o cúmulo da nojeira?
— Chupar o nariz de um defunto até a cabeça dele murchar.
Qual é o cúmulo da magreza?
— Usar um pijama listrado com uma listra só.
Três homens morrem e chegam para Deus. E Deus pergunta ao primeiro:
— Do que você morreu?
— Morri de encatarramento.
— Então prove.
Ele cospe no chão um catarro.
— Segundo, do que você morreu?
— Morri de lepra, prove.
Ele tira o nariz.
— Terceiro, do que você morreu?
— Morri de fome, prove.
Ele pega a orelha, passa no catarro e come.
Era uma vez um homem que era corcunda. À meia-noite foi passear no cemitério, quando de repente ouviu uma voz: — O que, que você tem nas costas? Ele respondeu: — É um caroço que tenho desde criança. O homem exclamou: — Me dá aqui esse caroço! Ele ficou todo bobo sem aquele caroço. Logo em seguida ele entrou num bar, e seu amigo o perguntou: — Cadê o seu caroço? Ele respondeu: — Quando era meia-noite fui passear no cemitério e ouvi uma voz que me tirou o caroço! Seu amigo lhe disse: — Ah! Então também vou lá, pois quero tirar a minha verruga do nariz. E…
A professora resolveu fazer um teste de charadas com Joãozinho e pergunta: — O que tem quatro patas, anda no telhado, tem bigode, faz miau e tem uma azeitona no nariz? — Com azeitona no nariz eu não sei não, professora... — diz Joãozinho. — É o gato, Joãozinho. A azeitona era só para acrescentar — diz a professora. — O que tem quatro rodas, todos gostam de andar, começa com "c" e tem uma goiaba em cima? — pergunta a professora. — Com goiaba em cima eu não sei não, professora — diz Joãozinho. — É o carro, Joãozinho. A goiaba era só para acrescentar —…
Teve um dia em que estavam fazendo um concurso de peido no Maracanã. Tinha um mineiro, um paulista e um carioca. Primeiro o carioca: trara bum. Veio o paulista: bumbumratatata. Todos ficaram com os olhos arregalados. Chegou o mineiro: piui. Quando olharam para a estátua de Jesus Cristo, ele estava com o dedo no nariz e a mão apontando para o mineiro.
O consultório do Dr. Percival é sempre cheio. Um dia um cliente chegou contando seu seriíssimo problema: — Doutor, faz tempo que não consigo mais me controlar... Solto gases, puns, bifas... A cada um minuto. O cheiro é tão horrível que nem eu me suporto mais! Por causa deste problema, minha mulher pediu o divórcio. Levou minha filha para estudar na França, só para mim não ter possibilidade nenhuma de chegar perto dela!! Fui demitido e, quando entro no ônibus, todos descem no próximo ponto!! — Realmente seu caso é sério! — disse o Dr., com um pregador…
Um português estava doente, mas não sabia o que tinha. Então foi ao médico. Chegando lá, o médico perguntou:
— O que tem, seu Manoel?
— Não sei, doutor, é o meu dedo. Todos os buracos do meu corpo em que eu o ponho doem. Se eu ponho no nariz, dói; se eu ponho na boca, dói; se eu ponho no ouvido, dói.
— O que o senhor acha que eu tenho, doutor?
— O dedo quebrado, oras!
Teve três colegas que tiveram uma ideia: fazer um campeonato de peito. O primeiro era o brasileiro, soltou um pum forte e saiu todo mundo de perto. Depois foi a vez do alemão, soltou um médio, as árvores estavam de pé, agora caíram. Agora é a vez do americano, ele soltou um fraco, o Cristo estava com as mãos estiradas e agora está com uma no nariz. A outra é esticada.
O bebum foi num destes banheiros públicos onde se encontram as frases idiotas que o pessoal rabisca, como: "Aqui acaba a obra de um grande cozinheiro" e outras deste tipo.
De repente avistou uma frase bem pequena que estava escrita. Chegou perto, mas mesmo assim nem dava pra ler. Chegou mais perto e nada. Quando chegou quase encostando o nariz na porta, conseguiu ler: "Senta, babaca, tá cagando fora do vaso".
Era sábado, 3 homens decidiram fazer um concurso de peido: o alemão, o francês e o português. Quem peidasse e derrubasse mais coisas seria o campeão!
Foi o alemão! Peidou e derrubou o Muro de Berlim!
Foi o francês, peidou!!! E derrubou os prédios, pontes e etc.!
Chegou a vez do português!
Ele foi pro Rio de Janeiro peidar.
Peidou tão forte, mas tão forte, que a estátua de Deus ficou com uma mão no nariz.
Certo dia, tinha um bêbado na rua destruindo tudo, e chegou o policial e prendeu ele.
— Ei, policial, por que você me prendeu?
— É só por uma noite.
— Está bem.
O policial colocou o bêbado em uma cela com um leproso.
Quando ele coçava, a orelha caía e ele atirava longe; coçou o nariz, caiu, ele atirou longe, e assim foi.
— O policial, vem aqui!
— Cala a boca!!
— Vem aqui, policial, esse cara está fugindo aos pedaços.
P: A professora pede para que os alunos falassem 3 partes da cabeça do ser humano:
— Professora: Pedrinho, fale três partes da cabeça do ser humano!
— Pedrinho: orelha, umbigo e nariz.
— Professora: Não, umbigo não faz parte da cabeça!
— Professora: Maria, sua vez!
— Maria: olho, dedo e cabelo.
— Professora: Não, dedo não é.
— Professora: Joãozinho, sua vez!
— Joãozinho: zoi, zureia e zuvido!
— Professora: Isso, Pedrinho, sabe com qual letra vai começar? Com z.
— Pedrinho: Deve ser um zoito, né!