O cadastro profano
Um certo dia, o dono de um cabaré do interior resolveu fazer um cadastro para saber quantas putinhas havia em sua zona. Chegado o dia do cadastramento, se amontuou aquela ruma de quenga, tudo em fila indiana, na frente do puteiro. Perto dali do local havia uma igrejinha que só tinha aquelas velhas beatas de carteirinha, e uma delas, vendo aquela fila de moças quase dobrando a esquina, perguntou a uma delas o que estava acontecendo ali. Meio envergonhada, a putinha respondeu que seria para subir em um pé de laranjeira. Não contou mais tempo, tava a velhinha na fila também. Chegada a sua vez!!!
Tava o dono do estabelecimento profano sentado em um birô alto, que parecia aqueles de tribunal, olhou pro lado, para frente, e viu que não havia mais ninguém... quando, de repente!!!! Ouviu uma batida forte no birô e uma mãozinha balançando bem em sua frente. Levantou-se da cadeira, olhou para baixo e tava lá a velha beata. E, surpreso, olhou para ela e perguntou:
— Nossa!!! A senhora nessa idade ainda trepa?
E a velha respondeu na bucha:
— Trepar eu não trepo não... mas chupo que é uma beleza.
