O certo e o justo
Comer cú não é certo, mas o negócio é justo.
O certo é comer buceta, mas o negócio não é justo.

Comer cú não é certo, mas o negócio é justo.
O certo é comer buceta, mas o negócio não é justo.

Querida, faz tanto tempo que eu não me conformo, tendo somente meu pensamento em você. Por isso, estou com grande temor e estou sabendo que tenho razão. Não me descansarei enquanto não focalizar meu pensamento ainda mais para poder até esgotar o último pingo de porção de alegria que o meu peito encerra, que está acumulada dentro do meu caráter de homem que vive do trabalho. Espero que goste do meu futuro sempre ao seu lado, mantendo o mesmo que sempre esperou por você.
(PARA ENTENDER CORRETAMENTE O QUE QUER DIZER ESTA CARTA, LEIA-A NOVAMENTE, AGORA, UMA LINHA SIM E OUTRA NÃO, SUCESSIVAMENTE).
Certo dia o japinha faz uma corrida com um brasileiro e um português. O português estava de avião, o brasileiro de carro e o japinha a pé. Foi dada a partida e o japonês dispara na frente e ganha. Todos ficam impressionados e perguntaram como tinha feito para ganhar, e ele disse:
— Foi fácil: peguei agulha, meti no cu e corri.
Em toda sala de aula tem sempre um aluno que se destaca por ser abestalhado. Todos os dias era sempre a mesma coisa: vinha um aluno e perguntava ao abestalhado: — Você conhece João? — Que João? — Aquele que comeu seu cuzão... O abestalhado ficava retado, mas esquecia, e isso acontecia todos os dias. Ele não aguentava mais. Um dia chegou em casa chorando e o pai perguntou: — Que foi, meu filho? — Sabe, pai, todo dia um colega pergunta se eu sei quem é João. Quando respondo "que João?", ele diz: "aquele que comeu seu cuzão". Isniff, pai, não aguento…
Sabe qual a semelhança entre uma mulher e uma geladeira?
Você coloca a carne dentro e deixa os ovos na porta.
Um certo dia, um bêbado entrou no ônibus e ficou falando:
— Se o meu pai fosse um rei e minha mãe fosse uma rainha, eu era um príncipe.
Ele falou três vezes, até que o cobrador ficou zangado e falou:
— E se sua mãe fosse uma vaca e seu pai fosse um corno, aí o bêbado falou:
— Eu era um cobrador de ônibus.
Num certo dia, três moleques passaram por baixo da roleta do ônibus e o pai entrou no ônibus seguido de um velho. Os moleques sentaram-se no banco e o velho ficou de pé, batendo uma bengala no assoalho do ônibus, e o velho tava enchendo o saco, quando o pai das crianças falou:
— Se você colocasse uma borrachinha na ponta de sua bengala, não faria tanto barulho.
E o velho retruca:
— E se você colocasse uma borrachinha na ponta do seu pau, teria lugar pra mim e pra mais duas velhas sentarem.