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Ô porra, o que é isto?

Piada de Português

Um português entra numa farmácia, começa a olhar nos remédios, quando se depara com um pacote de camisinhas. Ele chega no farmacêutico e pergunta:
— Ô porra, o qui é isto, ora pois?
— É camisinha — responde o farmacêutico.
— E pra que serve?
O farmacêutico olha pros lados, chega no ouvido do português e responde:
— Serve pra fuder...
O portuga, feliz, fala:
— Ora, que bom, aintão me vê 2 caixas e um copo d'água...
O farmacêutico, não entendendo, mas obedecendo, entrega-lhe o que foi pedido. O portuga abre o pacote de camisinhas, começa a pegar uma a uma, engolir e beber água... O farmacêutico, assustado, chega no português e pergunta:
— O que o sr. está fazendo?!!!!!!
O portuga, inteligentemente, responde:
— Ora, tu não me disseste qui servia pra fudeire, aintão estou fudendo minha dor de cabeça.

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Mais piadas de Português

  1. A traição

    Um português estava sendo traído na sua casa. Ele voltou para casa, mas o amante de sua mulher se escondeu no armário e ela disse ao português:

    — Não abra o armário, tem uma surpresa.

    Ele não aguentou e viu. Quando ele viu aquela criatura totalmente pelada em seu armário, foi reclamar para sua mulher:

    — Pô! Querida, eu sou espada, pô.

  2. Paraquedista português

    O guia falou pro português:

    — Ao pular do avião, conte até três e puxe a corda verde. Caso não funcione, que é muito difícil, você puxa a corda vermelha do paraquedas reserva, que é de emergência. Chegando lá embaixo vai ter um carro te esperando, e este o retornará para a base, que fica a 300 km de onde você cairá.

    O português subiu no avião. Quando chegou na hora certa, o português pulou, contou até 3 e puxou a corda verde, que não funcionou; imediatamente puxou a vermelha, que também não funcionou.

    Então o portuga pensou:

    — Hoje não é meu dia de sorte. Só falta o carro não estar lá embaixo.

  3. Português astronauta

    A NASA enviou ao espaço, para uma missão, três macacos e um estagiário português.

    Acompanhe o diálogo estabelecido entre a base e o foguete, rumo ao espaço sideral:

    — NASA para a nave.

    — Macaco nº 1, configurar painel de controle da espaçonave.

    — Configuração efetuada!

    — Macaco nº 2, verificar pressurização da espaçonave.

    — Pressurização verificada!

    — Macaco nº 3, alinhar a rota da espaçonave.

    — Rota alinhada!

    — Estagiário...

    — Já sei, já sei, põe comida pros macacos e não mexe em nada!!!

  4. O café

    O português saiu de casa e foi até a padaria. Chegando lá, perguntou:
    — Tem café frio aí?
    A mulher respondeu:
    — Não.
    Então ele continuou andando e parando em todos os butecos e padarias que via, sempre perguntando se tinha café frio, e em todos os lugares que parava ouvia não como resposta.
    Então assim ele andou por toda a Europa. Quando ele chegou na Rússia, parou em um buteco e perguntou:
    — Tem café frio aí?
    E o dono do buteco respondeu:
    — Tem sim.
    O português então falou:
    — O senhor, por favor, poderia esquentá-lo para mim?

  5. Cartão de crédito

    Joaquim, ao ver Manuel entrando no bar, corre atrás dele e chega perguntando:
    — Manuel, deixa eu comprar uma cesta básica no seu cartão de crédito!
    Ao que Manuel vira-se e responde:
    — Claro que não!
    — Por que não?
    — Porque meu cartão de crédito foi roubado!
    — Roubado? Mas você já avisou à polícia?
    — Claro que não! Pensa que eu sou burro? O ladrão gasta bem menos do que minha esposa!

  6. O português

    Um moço estava em um bar, mas já estava na hora de fechar, então o dono do bar mandou o moço embora. O moço estava tão bebado que, em todo lugar que ele pisava, ele caía, mas ele sempre falava:

    — Eu vou chegar em minha casa.

    E ele chegou em casa todo caindo, mas ele falou:

    — Eu vou ir segurando na parede para não cair e não acordar a minha mulher.

    Ele dormiu.

    No outro dia, quando ele acordou, a mulher dele disse:

    — Querido, aonde você foi que chegou tarde?

    O bebado disse:

    — Bem, como você sabe que eu cheguei tarde se eu vim em silêncio?

    — Claro, você esqueceu a cadeira de rodas!