O português
O que é o que é, uma caveira atrás da árvore?
R. Um português que estava brincando de esconde-esconde e nunca foi encontrado.

O que é o que é, uma caveira atrás da árvore?
R. Um português que estava brincando de esconde-esconde e nunca foi encontrado.

Um português foi passar o final de ano no Brasil. Todos os hotéis estavam lotados e só havia uma vaga em um quarto onde também estava um negão. O português aceitou e pediu para que o acordassem às 9h da manhã. O negão, vendo que aquele homem era português, resolveu sacaneá-lo, pintando-o de preto. No outro dia acordaram o português como ele havia pedido. Ao chegar em frente ao espelho, ele disse:
— Que cara mais burro! Acordou o negão em vez de me acordar.
Tinha um japonês, um italiano e um brasileiro. Aquele que sobrevivesse ao pular de um prédio de 1000 andares ganhava o que queria toda hora.
O japonês, pelo Japão, puh, morreu.
O italiano, pela Itália, puh, morreu.
O brasileiro: pelo Brasil. Ah, não, eu vô pela escadaria...
Manchete nos jornais:
"Executivo português morre eletrocutado"
Na resenha segue:
Manuel, próspero executivo lusitano, faleceu de descarga elétrica após noite romântica com secretária eletrônica...
Num naufrágio de um navio, os únicos sobreviventes foram: o argentino, o brasileiro e o português. Quando eles chegaram numa ilha por perto, deram de cara com os nativos, que foram logo dizendo: — Vocês não podem ficar aqui, têm que ir embora! E o brasileiro: — Nós fazemos qualquer coisa pra gente ficar, por favor. E o chefe da tribo disse: — Cada um tem que trazer duas frutas. Então foram os três à procura das frutas e o primeiro que chegou foi o argentino, com uma cereja e uma uva. E o chefe da tribo disse: — Agora tem que pôr no cu. Se rir, morre. E…
O português está na maior festa, no meio de uma transa com a sua amante. De repente, ela ouve o barulho da porta da garagem se abrindo e diz:
— Goze rápido que o meu marido está chegando!
O português levanta-se de um salto, corre para a janela, coloca a cabeça para fora e começa a gritar:
— Corno! Corno! Corno!
O portuga chega na zona e pergunta à cafetina:
— Quanto custa para levar uma de suas garotas?
— Depende do tempo — responde a mulher.
— Suponhamos que chova!