A professora chega na classe e diz que no dia seguinte irá ter uma chamada oral de cores. Wilson, que é o número 23 da chamada, se desespera: agora vou procurar uma cor bem difícil para ninguém falar. Achou azul-metileno, ficou contente. Chega o dia e a professora começa: — Número 1: azul. — Número 2: amarelo. O número 22 era um preto. — Número 22: azul-metileno. Wilson se desespera. — Número 23: preto-lazarento.
Por que preto não pode correr em corrida de Fórmula 1? R: Porque não pode correr com carro roubado. Por que o Kinder Ovo é preto por fora e branco por dentro? R: Porque se fosse preto por dentro ele roubaria a surpresa. Por que todo preto sonha em ser lutador de box? R: Porque são 12 assaltados. Qual é a diferença entre o preto e um pote de merda? R: O pote. Por que todo preto é reciclável? R: Porque do cabelo faz BomBril, da cor faz pinche e da merda faz outro dele. Entrou um cachorro na igreja e mijou em frente ao altar. Qual é a cor do cachorro? R…
Um dia os asteriscos (*) resolveram dar uma festa. No entanto, só poderiam entrar nesta festa asteriscos. A festa ia rolando, quando chegou na portaria o ponto de interrogação (?). — Posso entrar??? — perguntou o "?". E o segurança respondeu seco: — Não!!! Aqui só entra asterisco. Logo chegou o ponto de exclamação (!) perguntando: — Posso entrar?? E o segurança repetiu a resposta: — Não, aqui só entra asterisco!!! Chegou então o ponto final (.). — Posso entrar??? Segurança: — Não!!! Aqui só entra asterisco. E o ponto final disse: — Mas é que eu tô de gel!!!
Tinham dois pretos de bicicleta pedindo carona na estrada. Um caminhão carregado de bolas de boliche parou, eles jogaram as bikes na traseira e entraram na boleia... Um policial viu tudo, pegou o rádio e falou assim pra central: — Alerta! Um caminhão cheio de ovo de preto, dois já nasceram e já roubaram 2 bicicletas.
Um conhecido foi a Portugal. Chegando lá, foi comprar um lápis. Entrou na loja e pediu: — Por favor, um lápis preto! Em que ouviu a seguinte resposta: — Preto por fora ou preto por dentro?
Cansado da viagem, o português entra no único hotel da cidade e pede um quarto. Ao que o recepcionista alerta: — Nós temos uma cama disponível, mas você vai ter de dividir o quarto com um negão. Sem alternativas, o português concorda: — Mas uma coisa — emenda ele — você pode me acordar amanhã às seis? — Sim, senhor. Morto de cansado, o português chega no quarto, deita e dorme. Logo chega o negão e, só de sacanagem, pinta a cara do português de preto. No dia seguinte, às seis em ponto, o recepcionista bate na porta do português. Ele levanta-se e vai ao…