O rabino e o corno
O Brimo era caixeiro-viajante. Quando Brimo voltou de viagem, pegou sua mulher dando o rabo para outro. Para não cometer uma loucura, foi se queixar ao rabino. Chegando na mesquita, contou sua história ao rabino. Então o rabino lhe disse:
— Olha, Brimo, rabino já mora em Nova Iorque há mais de 15 anos e eu sempre quis assistir à ópera no Teatro Municipal. Economizei durante meses. Quando chegou o grande dia, rabino se alimentou bem e foi para o teatro. Chegando lá, rabino subiu no camarote e ficou esperando a ópera começar. Quando ia começar o primeiro ato, a barriga de rabino começou a fazer pororóque, pororóque. Rabino correu para o banheiro e nada. Quando rabino voltou, o primeiro ato já tinha terminado.
Quando ia começar o segundo ato, de novo a barriga de rabino começou a fazer pororóque, pororóque. Rabino correu para o banheiro e... nada. Quando rabino voltou, já tinha terminado o segundo ato. Quando ia começar o terceiro ato, novamente a barriga de rabino começou a fazer pororóque, pororóque. Bem como da primeira vez não aconteceu nada, na segunda vez também não. Rabino resolveu ficar no camarote... pois rabino cagou-se todo.
Daí o Brimo perguntou:
— O que isso tem a ver comigo, rabino?
O rabino respondeu:
— Se eu não posso controlar o meu cú, como vou controlar o da sua mulher.
