O robô
Certo dia, o chifrudo falou para a mulher:
— Meu bem, tenho que viajar para São Paulo, tenho uma reunião de negócio.
A mulher imediatamente ligou para o Ricardão:
— Meu amor, venha dormir comigo hoje, o meu marido vai viajar.
O marido, já desconfiado, ouviu pela extensão do telefone e planejou para flagrar os dois.
Saiu para o aeroporto e disse:
— Meu bem, só volto na segunda.
O Ricardão logo chegou, foi tirando a roupa e metendo a vara. Pouco depois, o interfone toca:
— Meu bem, voltei, a reunião foi cancelada.
O Ricardão ficou louco. A casa tinha grade em todas as janelas, não tinha como sair. Guarda-roupas, debaixo da cama era muito manjado. Então teve uma ideia:
— Vou me disfarçar de robô. Fale para seu marido que você comprou um robô.
Logo depois o marido sobe para o quarto e vê aquela coisa:
— Meu bem, o que é isto?
— Um presente para você, amor, um robô.
O maridão, esperto, diz:
— Meu amor, que legal, sempre tive vontade de ter um robô. Vou te confessar: sempre tive um desejo que é comer um cú de robô!
O robô, esperto, logo deu jeito de trancar o cú. O maridão falou para a mulher:
— Pega meu 38, quero ver se este danado não me dá o cú.
Botou o 38 na cabeça do robô e disse:
— Vai me dar o morre.
O robô, com uma voz eletrônica e as mãos balançando para frente e para trás:
— Tente outra vez! Tente outra vez! Tente outra vez! Tente outra vez.
