Papagaio
Uma mulher trabalhava no centro da cidade e todo dia passava próximo de uma zona, onde morava uma senhora de idade avançada que tinha um papagaio. Todo dia ela pedia esse papagaio para essa senhora; de tanto ela insistir, a senhora resolveu doar o papagaio a ela, porém a advertiu que o papagaio era bastante bobagento. Mas ela disse: tudo bem. Levou o papagaio para sua casa, colocou-o na sua varanda. Essa moça tinha um namorado; todo dia esse seu namorado vinha namorar com ela, e todo dia era aquele amasso. Com isso, já no primeiro dia que o papagaio estava na casa, começou a observar aquela situação e disse:
— Aqui só tem garra, garra nunca tem trepa, trepa.
Com isso o namorado da moça já ficou chateado com aquela fala do papagaio. Passaram três dias; o namorado, não suportando mais aquela chateação do papagaio, passou em uma farmácia e comprou três camisinhas e pensou: hoje eu mostro pra aquele papagaio. Chegando lá, pegou sua namorada, botou a camisinha, fez a maior suruba. Depois de dar aquela gozada, virou pro papagaio, arrancou a camisinha, jogou perto dele e disse:
— Aí, tá vendo agora o garra, garra?
O papagaio olhou aquilo no chão e disse:
— Já vi foda feia, mas de arrancar o coro do pinto nunca tinha visto.
