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Par ou ímpar

Piada de Loucos

Um louco estava andando na rua, até que chegou um ladrão e disse:
— Pare.
O louco respondeu:
— Ímpare.
O ladrão respondeu:
— Não, seu burro. Eu estou te roubando.
O louco respondeu:
— Então brinco mais!!!!!!!!!!!!

Cartão para compartilhar com a piada “Par ou ímpar”

Mais piadas de Loucos

  1. Abacateiro

    Três loucos foram brincar de abacate. Os três subiram em um abacateiro. Um deles apalpou sua canela, e como ela era dura, gritou:
    — Tô verde!
    O outro louco apertou sua coxa, que era mole, e gritou:
    — Tô maduro! E pulou.
    O terceiro enfiou o dedo no cu, cheirou. Daí ele gritou:
    — Eu já tô é podre! E se espatifou no chão.

  2. A carta

    O médico perguntou pro louco:
    — O que você está fazendo?
    — Escrevendo uma carta pra mim.
    — E o que está escrito?
    — Não sei, ainda não recebi.

  3. Caguei bolinha preta

    Uma mulher saiu de sua casa para ir no mercado comprar comida para os seus três cachorros. Um se chamava Caguei, outro Bolinha e o outro Preta. Quando voltou do mercado, viu que esqueceu o portão de casa aberto e os três cachorros fugiram. Ela, muito apavorada, pegou um microfone, subiu no palco lá no centro e começou a gritar:
    — Caguei, Bolinha, Preta! Caguei, Bolinha, Preta!

  4. A fuga

    Dois loucos resolvem fugir do hospício, e um tem uma ideia:
    — Vamos pular o muro, mas, se o muro for muito alto, você me avisa.
    O outro foi e voltou, e o primeiro perguntou:
    — E aí?
    — Não vai dar, não tem muro.

  5. Louco folgado

    Um certo dia, na frente do hospício, alguns homens estavam construindo uma calçada, até que, em uma hora, os homens que estavam fazendo a calçada pararam para almoçar e um louco gritou lá de cima de uma janela:

    — Vai trabalhar, seu vagabundo!!!!

    E os trabalhadores que estavam construindo a calçada falaram:

    — Vem você, seu folgado!!!!

    Aí o louco respondeu:

    — Eu não, não sou louco!!!!

  6. O doido

    O diretor de um sanatório faz sua inspeção rotineira, quando se depara, no meio de tantos doidos, com um homem limpo e com um comportamento muito diferente dos demais.
    O doido vem conversar com o diretor, dizendo:
    — Doutor, houve um grande equívoco em relação à minha pessoa; me internaram aqui como um maluco, mas, como o senhor pode ver, eu não sou.
    Depois de mais de meia hora explicando a situação, consegue convencer o diretor.
    O diretor se despede do louco, dizendo que no outro dia iria reverter o mal-entendido. Dá alguns passos e recebe uma tijolada. Olha para o doido, que lhe diz:
    — Não vai esquecer, hein!