Par ou ímpar
Um louco estava andando na rua, até que chegou um ladrão e disse:
— Pare.
O louco respondeu:
— Ímpare.
O ladrão respondeu:
— Não, seu burro. Eu estou te roubando.
O louco respondeu:
— Então brinco mais!!!!!!!!!!!!

Um louco estava andando na rua, até que chegou um ladrão e disse:
— Pare.
O louco respondeu:
— Ímpare.
O ladrão respondeu:
— Não, seu burro. Eu estou te roubando.
O louco respondeu:
— Então brinco mais!!!!!!!!!!!!

Três loucos foram brincar de abacate. Os três subiram em um abacateiro. Um deles apalpou sua canela, e como ela era dura, gritou:
— Tô verde!
O outro louco apertou sua coxa, que era mole, e gritou:
— Tô maduro! E pulou.
O terceiro enfiou o dedo no cu, cheirou. Daí ele gritou:
— Eu já tô é podre! E se espatifou no chão.
O médico perguntou pro louco:
— O que você está fazendo?
— Escrevendo uma carta pra mim.
— E o que está escrito?
— Não sei, ainda não recebi.
Uma mulher saiu de sua casa para ir no mercado comprar comida para os seus três cachorros. Um se chamava Caguei, outro Bolinha e o outro Preta. Quando voltou do mercado, viu que esqueceu o portão de casa aberto e os três cachorros fugiram. Ela, muito apavorada, pegou um microfone, subiu no palco lá no centro e começou a gritar:
— Caguei, Bolinha, Preta! Caguei, Bolinha, Preta!
Dois loucos resolvem fugir do hospício, e um tem uma ideia:
— Vamos pular o muro, mas, se o muro for muito alto, você me avisa.
O outro foi e voltou, e o primeiro perguntou:
— E aí?
— Não vai dar, não tem muro.
Um certo dia, na frente do hospício, alguns homens estavam construindo uma calçada, até que, em uma hora, os homens que estavam fazendo a calçada pararam para almoçar e um louco gritou lá de cima de uma janela:
— Vai trabalhar, seu vagabundo!!!!
E os trabalhadores que estavam construindo a calçada falaram:
— Vem você, seu folgado!!!!
Aí o louco respondeu:
— Eu não, não sou louco!!!!
O diretor de um sanatório faz sua inspeção rotineira, quando se depara, no meio de tantos doidos, com um homem limpo e com um comportamento muito diferente dos demais.
O doido vem conversar com o diretor, dizendo:
— Doutor, houve um grande equívoco em relação à minha pessoa; me internaram aqui como um maluco, mas, como o senhor pode ver, eu não sou.
Depois de mais de meia hora explicando a situação, consegue convencer o diretor.
O diretor se despede do louco, dizendo que no outro dia iria reverter o mal-entendido. Dá alguns passos e recebe uma tijolada. Olha para o doido, que lhe diz:
— Não vai esquecer, hein!