Porra sintética
Joaquim Dim, grande músico português, chega em casa e diz:
— Maria, vou viajar para o Brasil.
E Maria:
— Estás doido, Joaquim. O que vais fazer no Brasil?
— Vou gravar um CD no Rio de Janeiro.
— Mas e o filho que estávamos planejando, como fica?
— Não se preocupe, Maria, já pensei em tudo. Chegando no Brasil vou enviar-lhe o sêmen em um potinho e você fará uma inseminação artificial.
Ficou combinado e Joaquim veio para o Brasil. Só que acabou ficando muito famoso, começou a raparigar todos os dias e acabou se esquecendo de Maria.
Um mês depois Joaquim lembra-se do acordo.
— Raios, e agora tenho que enviar o sêmen para Maria.
Muito rapidamente corre para o banheiro e começou a trabalhar e nada. De tanto farrear a fonte secou. E agora? Joaquim teve uma ideia.
Pegou o pote e colocou um pouco de shampoo, foi na cozinha e colocou mais um pouco de leite condensado, misturou e enviou para Portugal.
Pouco tempo depois Maria envia-lhe um telegrama que começava assim:
— Joaquim, estou grávida.
Joaquim, muito contente, começou a gritar:
— Raios, inventei a porra sintética.
