Portuga e o cavalo
Tava lá o português na sua fazenda e viu que precisava de um cavalo. Então foi a pé até a fazenda vizinha, onde o brasileiro queria vender o animal.
— Ô Joaquim, veio comprar o garanhão?
— Sim, deixe-me vê-lo.
O Joaquim se amarrou no cavalo e comprou.
— Há, espere aí — disse o brasileiro. — Pro cavalo correr, fale "GRAÇAS A DEUS", e pra parar fale "SALAPIN".
E assim foi o Joaquim:
— GRAÇAS A DEUS, GRAÇAS A DEUS.
O cavalo corria muito, até que o portuga lê uma placa que dizia: "CUIDADO, PONTE QUEBRADA A 100 METROS".
Joaquim se esquece como é que faz o cavalo parar, até que, quando falta um palmo pra cair no rio, "SALAPIN", diz ele aliviado, e o cavalo freia bruscamente, e o portuga agradece:
— GRAÇAS A DEUS.
