Seu Lunga
O Seu Lunga tava tomando sopa, aí passou um cara e disse:
— Seu Lunga, tomando sopa, em...
Seu Lunga respondeu:
— Não, tomando banho!!
Aí jogou o prato de sopa no rosto.
O Seu Lunga tava tomando sopa, aí passou um cara e disse:
— Seu Lunga, tomando sopa, em...
Seu Lunga respondeu:
— Não, tomando banho!!
Aí jogou o prato de sopa no rosto.
Em um dia muito enfezado, seu Lunga vinha da casa de Chico quando alguém parou e perguntou:
— Seu Lunga, Chico morreu?
Seu Lunga disse:
— Não, a família se reunia e vão enterrar seu Chico vivo.
Seu Lunga é um sujeito muito grosseiro. Ele mora na cidade de Juazeiro do Norte, interior do Ceará, e este fato é verídico.
Sua esposa estava grávida de nove meses e, um certo dia, de madrugada, ela falou:
— Lunga! Lunga! Acorda.
— O que é, mulher? — respondeu Lunga.
— Está me dando uma coisa! — falou a esposa.
— Pois receba — indagou Lunga.
— Mas é uma coisa ruim — respondeu a esposa.
— Então devolva — grosseiramente respondeu Lunga.
Certo dia, seu Lunga estava saindo de uma farmácia quando foi abordado por um amigo, que lhe falou:
— Seu Lunga, o senhor está doente?
— Não, por quê? — perguntou Lunga.
— Porque o senhor está saindo da farmácia! — exclamou o amigo.
— Então quer dizer que, se eu saísse do cemitério, era porque eu tinha morrido — responde Lunga.
Seu Lunga chega no bar e diz:
— Garçom, uma mesa para mim!
E o garçom arranja uma mesa imediatamente para ele. Depois, Seu Lunga pede:
— Garçom, uma cerveja bem gelada!
E o garçom traz a cerveja. Logo após, Seu Lunga diz:
— Agora coloca aquele CD do Reginaldo Rossi.
E o garçom responde:
— Infelizmente, eu não vou poder atender seu pedido, Seu Lunga, porque meu pai morreu ontem...
E o Seu Lunga:
— Oxente, e ele levou o CD junto?
Seu Lunga vinha na rua passeando com o seu cachorrinho. Um rapaz da rua olhou para ele e perguntou:
— Passeando com seu cachorrinho, né, Seu Lunga?
Aí Seu Lunga, com toda a sua ignorância, pega no rabo do cachorro, joga para cima e responde:
— Não. Tô empinando papagaio.
A mulher de Seu Lunga tinha acabado de ganhar bebê.
Um dia, de madrugada, Lunga e sua esposa dormiam tranquilamente quando, de repente, o nenê, que dormia numa rede, começou a chorar impacientemente.
Então sua mulher diz:
— Lunga, vai balançar o menino.
Bem abusado, ele responde:
— Vou não. Me deixa dormir.
— Vai, Lunga, que eu tô muito cansada.
— Já disse que não vou.
— Vai, Lunga, balançar, que o menino é meu e teu.
— Pois vá balançar sua parte e deixe a minha chorar.
Seu Lunga era o cara mais bruto da região. Um dia, ele estava vendendo leite, quando um engraçadinho passou e falou:
— Vendendo leite, Seu Lunga!
Ele, sem pensar, respondeu:
— Não, tô lavando o passeio!!!
E jogou todo o leite no passeio.
Dizem que o Sr. Lunga, um morador da Paraíba, é o homem mais ignorante do mundo... Vejam essa:
Seu Lunga pediu um peixe como tira-gosto. O peixe veio acompanhado de um limão em bandas. Ele pegou uma das bandas e espremeu no peixe... Uma gotícula de limão espirrou em seus olhos. Um observador do lado perguntou:
— Ardeu, Sr. Lunga?
E ele respondeu:
— Não!
E, pegando e espremendo a outra banda nos olhos, disse:
— Vai arder agora!
Seu Lunga estava tomando uma sopa quando, de repente, um pinguinho de limão pinga no seu olho, e a neta dele fala:
— Ardeu, vovô?
Ele, esfregando o limão no olho, fala:
— Não vai arder agora.
Seu Lunga foi comer uma cocada quando seu dente, em uma mordida, começa a doer. Então ele vai para casa, arranca o dente e depois volta à barraquinha e fala:
— Me vê aí a cocada mais dura que você tiver.
Então o homem vai e pega, e Seu Lunga diz, esfregando o dente na cocada:
— Doa agora, desgraçado, doa vai.
Em meados da década de 70, um caipira bem grosseirão chamado Seu Lunga compra um Fusca zerinho. Morava numa fazenda enorme. Um dia resolve ir à cidade, pega o Fusca e sai; depois de ter andado uns 12 km, chega à porteira da fazenda e se dá conta de que tinha esquecido a chave do cadeado da porteira.
Volta e, chegando em casa todo suado e nervoso, sua mulher pergunta:
— O que foi, Lunga?
— Esqueci a chave daquela B*&$&¨ do cadeado.
— Mas por que veio a pé? E não de carro?
— Quem esqueceu a chave fui eu e não o carro. Carro não tem culpa.
rsrsrsr