Telefone
O doido atendeu o telefone e ouviu:
— Alô, é do hospício?
— Não, aqui nem tem telefone.

O doido atendeu o telefone e ouviu:
— Alô, é do hospício?
— Não, aqui nem tem telefone.

Um louco de um manicômio teve a brilhante ideia de fugir durante a noite e convidou outro louco, amigo seu, para fugir junto. Marcaram então de se encontrar à noite no pátio do hospício. Chegada a hora marcada, lá estão os dois no pátio; então o primeiro diz para o segundo que subam até o telhado para dar sequência ao plano de fuga. Chegando ao telhado, o segundo pergunta então como é que eles haveriam de fugir se não havia escada e nem um outro telhado próximo, ao que responde o primeiro: — Eu tenho a solução aqui mesmo, nessa mochila — e tira uma…
Era uma vez, num hospício, um maluco que estava nu na frente do espelho. Então o médico perguntou:
— O que houve?
E o maluco respondeu:
— Vou trocar minha bunda.
E o médico perguntou:
— Por quê?
E o maluco respondeu:
— Porque a minha está rachada ao meio.
No hospício, um louco com uma lanterna acesa joga o facho de luz para o teto e diz ao outro:
— Você é capaz de subir pelo facho de luz?
— Eu, por acaso, sou louco? Você apaga a luz e eu caio.
O louco pede para o enfermeiro do hospício um jornal. O enfermeiro, todo sorridente, comenta:
— Vejo que você está melhorando. Já quer saber do que acontece no mundo!
— Não é para ler.
Nisso, o louco pega o jornal, vai até a janela e começa a rasgar. O enfermeiro, indignado, pergunta:
— Que cê tá fazendo?
— Tô espantando os leões.
O enfermeiro vai até a janela e constata que não há nenhum leão.
— Aqui não tem nenhum leão!
— Viu como funciona!!!!!!
No hospício estava havendo uma epidemia de gripe: hoss, cusp! hoss, cusp! hossss, cusp! Era o povo cuspindo direto, só que eles cuspiam em tudo quanto era lugar, então o hospício acabou ficando muito sujo. O diretor, preocupado com isso, fez uma reunião: — Meus amigos, devemos ter uma solução, porque aqui está virando um chiqueiro. — Senhor diretor deste hospício, por que não usamos aquele tónel que tem no porão? — sugeriu um dos loucos. Tudo ficou acertado. Depois de uma semana o tónel estava quase cheio. O diretor reuniu de novo todo mundo: — Meus…
No sanatório, um louco estava escrevendo uma carta.
Aí o médico lhe pergunta:
— Pra quem você está escrevendo?
E o louco responde:
— Pra mim mesmo.
E o médico lhe pergunta:
— Então o que tem escrito nela?
O louco responde:
— Como é que vou saber se ainda nem recebi?!