Transando no trem
Fernando viajava diariamente de São Paulo a Campinas de trem, após deixar o trabalho.
Queixava-se de que nunca havia se sentado com uma dona boa. Só sobrava para ele padres, sujeitos gordos e velhas gordas.
Desta vez teve sorte, a seu lado sentou-se um mulherão: linda, pernas deliciosas, morena, cabelos compridos, corpo de fechar o comércio.
Pensou ele:
— Essa eu não deixo escapar. Vou cantar em bruto.
— Puxa! — disse ele — Só de ver seu joelho já estou de pau duro.
No que ela respondeu:
— Dá para perceber o circo armado.
— O que você acha de a gente transar?
— De que jeito? Aqui no trem?
— Aqui mesmo. No banheirinho. O que você acha?
— Por mim tudo bem, para onde você vai?
— Eu vou para Campinas!
— Então tem que ser rápido, porque eu vou descer em Jundiaí.
— Está bem. Vai para o banheiro que eu vou atrás.
Ela saiu e se dirigiu ao banheiro. Em seguida, ele também foi.
Encontrou a moça já sem calcinha e com a perna levantada. Ajeitou bem e crawm!
A gostosa gozava que gozava e ele só dizia:
— Ai, ai, ai!
Em dado momento, ela disse:
— Vamos, goza, que eu vou descer em Jundiaí!!
E ele:
— Ai, ai, ai.
O trem já estava perto de Jundiaí e ela, irritada, disse:
— Que diabo, você não goza? Só sabe dizer ai, ai, ai?
— Gozar, eu já gozei umas dez vezes, o que eu não consigo é tirar o cú da maçaneta...
