2 malucos
Dois malucos se encontram na rua e um diz:
— Qual é o seu nome?
— Num sei!
— E o seu?
— Num sei!
— Ah, então somos charas!!!!!

Dois malucos se encontram na rua e um diz:
— Qual é o seu nome?
— Num sei!
— E o seu?
— Num sei!
— Ah, então somos charas!!!!!

Um doidinho subiu em uma árvore e falou que ia se suicidar. O povo, olhando aquilo, começou a gritar: — Desce daí, mudinho... Desce daí, mudinho. E o mudinho gritava: — Eu vou suicidar. O povo chamou o Corpo de Bombeiros. O Corpo de Bombeiros tentou... tentou e nada. E o mudinho gritava: — Eu vou suicidar. Então tiveram uma ideia: chamaram a mãe do doidinho. Ela, chegando lá, começou a chorar e a gritar: — Desce daí, meu filho, não suicide. Mas parece que o mudinho não ouvia. Continuava a gritar: — Eu vou suicidar. Então chamaram um padre... O padre…
Todos os dias o louco subia por sobre o muro do hospício e ficava a olhar a estrada que passava lá embaixo do morro onde ficava a instituição. Um belo dia, o louco viu um ceguinho passando pela estrada e se guiando com a sua bengalinha, da qual ele arrastava pelo chão. O louco achou aquilo lindo e ficou admirando o ceguinho lá de cima do muro. Logo atrás do cego, cerca de 50 metros, vinha um senhor de idade, muito velhinho e manco da perna esquerda, da qual ele vivia arrastando. Vendo o manco, o louco ficou furioso, desceu o morro capotando e, quando…
Uma pessoa estava passando nos jardins de um hospício e viu um louco pendurado em um galho de mangueira de cabeça para baixo e o outro sentado no chão, embaixo da mangueira.
A pessoa perguntou ao louco de baixo:
— O que ele está fazendo pendurado na árvore de cabeça para baixo?
— Ele pensa que é uma manga?
— E você, por que não tira ele de lá?
— Eu estou esperando ele amadurecer.
— Que faz, amigo?
— Escrevendo uma carta para minha namorada.
— Como? Se você não sabe escrever?
— Não faz mal. Ela não sabe ler.
Meia-noite, o sol brilhava no horizonte,
um homem nu com a mão no bolso,
lendo um jornal sem letras,
que tinha uma frase assim:
"Que o surdo ouviu o mudo dizer:
que o cego viu o aleijado correr atrás
de um trem em alta velocidade"
Certa noite, do lado de fora de um hospício, ouvia-se um grito: "Tô podre, socorro, tô podre!". Todos que passavam ficavam chocados com as lamúrias.
Os enfermeiros, o mais depressa possível, localizaram os gritos, que vinham da solitária.
Quando entraram na mesma, lá estava um louco, que enfiava o dedo no cú, cheirava e gritava:
— Tô podre, socorro, estou podre!