A loirinha bem paga
O cara goiano chega num puteiro de classe, senta, pede um Scotch 12 anos, olha para uma loirinha de 18 aninhos, filezinho, filha de corinthiano, a chama e diz:
— Quero ver o que você sabe fazer de melhor!
Os dois se levantam e vão para o quarto. Antes, ele diz para o barman carioca:
— Põe a dose na conta desta corinthiana rebaixada!
Chegam no quarto, o cara nem conversa, arranca-lhe a lingerie, suga-lhe aqueles peitinhos durinhos, a joga na cama, faz com que ela sente em cima e aí já viu... pau na boca, no cu, atrás da orelha, gozada na cara...
O cara era um amante insaciável, "e que amante", a menina gozava como uma louca, deram cinco!
No final o Corinthians foi rebaixado e ele levanta, a beija calorosamente e lhe entrega três mil reais. Aquilo parecia um sonho: "R$ 3.000,00 e ainda tanto prazer!!!"
No outro dia a corinthiana ainda está sonhadora, quando de súbito, eis que ele aparece. Ela prontamente vai até ele. Ele grita pro garçom:
— Põe a dose na conta da rebaixada!
E já vão pro quarto... Novamente tudo se repete, só que dessa vez ela gozou sete vezes, três com o pau no cu, "isso nunca acontecera antes". No fim ele a beija, abre a carteira, saca R$ 3.000,00, entrega a ela e vai embora.
Ela fica na cama rindo, feliz da vida... única alegria que tinha depois que seu timão fora rebaixado para a segundona.
No terceiro dia ela está louca, comprou vestido novo verde... ansiosa, pois ele ainda não apareceu. De repente lá vem ele, ela solicita uma dose de scotch 12 anos ao barman e diz:
— Põe na minha conta!
O leva para o quarto e a vara come solta... Pau na xereca, na bunda, na boca, gozada nos peitos, na cara, o diabo a quatro... Deram 10, ela cai exausta, ele a beija e lhe entrega, dessa vez, R$ 4.000,00. Quando ele vai saindo, ela corre desesperada e diz:
— Meu amor, não me deixe! Você é o homem que eu sempre procurei na minha vida! Me diga, onde você mora, qual o seu nome? Deixo até de torcer pro timão, só não me deixe...
No que ele responde:
— Meu nome é Marcelo e eu sou de Goiânia.
— Goiânia!? — grita ela. — Minha mãe mora lá!
— Eu sei, dona Francisca da padaria, amiga da minha mãe, ela me pediu pra lhe entregar estes R$ 10.000,00.
