A mira
Um português chegou no Brasil e chamou um táxi. O táxi era uma Mercedes.
O português entrou na Mercedes e perguntou:
— Ora, pois, pra que serve isso na frente?
O taxista, muito esperto, decidiu zoar com o portuga.
— É uma mira.
— Como assim?
— Eu miro numa pessoa na rua e atropelo.
— Ora, essa eu quero ver.
O taxista foi numa velocidade muito alta, mirou numa coroa, só que na hora de atropelá-la ele desviou.
— Nossa, enganei o portuga certinho.
Mas na hora que ele olha no retrovisor, ele vê a coroa caída no chão.
O taxista pensa:
— Nossa, mas eu desviei dela!
Na mesma hora o portuga fala:
— Ora, se não fosse eu abrir a porta, você não acertaria.
