Antônimo
Um homem da cidade grande está tomando café com um mineiro num bar e pergunta:
— Vamos fazer um jogo? Eu digo uma coisa e você diz o antônimo.
— Certo — respondeu o caipira.
— Baixo.
— Arto.
— Escuro.
— Craro.
E o caipira:
— Agora digo eu as coisa, e ocê diz o antônimo.
— Tá certo — responde o outro.
— Fumo.
— Fumo não tem antônimo — diz o homem.
— Craro que tem — diz o caipira.
— Ah, tem, então diz aí o antônimo de fumo?
— Ara, vortemo.
