Cabrita
O português, depois de um tempo sem ver um colega de infância, o encontra e vai logo perguntando:
— E aí, Joaquim, o que contas de novo?
— Manoel, tu não vais acreditar no que eu arrumei. Passa lá em casa que eu te mostro.
— Ora pois, não perderei esta por nada.
Lá foram os "portuga".
Chegando lá, Joaquim grita:
— Cabrita, cabrita, venha cá...
E a cabrita "boquinha de veludo", como num passe de mágica, apareceu...
— Chupa aqui! — Joaquim falou, já de calças arriadas.
E a cabrita, honrando o apelido, foi... De repente, Joaquim mete uma porrada na cabeça da cabrita e ela, quase que imediatamente, para de chupar...
Espantado, Manoel pergunta:
— Pra que a porrada na cabeça da cabritinha?
— É para ela parar de chupar, responde Joaquim.
— E aí, vai querer experimentar?
— Acho que vou experimentar um pouquinho, mas se tu me deres uma porrada na cabeça, tu se vês comigo...
