Cadê o Júnior?
Manoel vinha correndo, desesperado, pela estação ferroviária, até que acha um guarda:
— Seu guarda, pelo amor de Deus, eu perdi meu filho num desses trens, o senhor tem que me ajudar.
— Calma, o senhor pode descrevê-lo?
— Ah, claro, ele é muito grande, metálico, cheio de vagões e faz assim, ó: Piuíííííííííííí!!!!!!!
