Lá está a loira, com seu BMW prata novinho, dirigindo na Via Dutra a toda velocidade, quando, sem perceber — é claro!!! — dá uma fechada absurda num caminhão. O motorista do caminhão faz sinal para que ela pare o carro. Quando eles param no acostamento, o cara sai do caminhão, pega um pedaço de giz do bolso, desenha um círculo na estrada e diz: — Fique dentro do círculo e NÃO SE MOVA!!! Então o cara vai até o carro dela, tira o som e corta todo o estofado. Quando ele se vira para a loira, repara que ela tem um discreto sorriso no rosto. — Ah... Você…
O Zé tinha um compadre caminhoneiro. O compadre tinha uma mulher que era uma deusa, a Zita, e toda vez que o Zé ia na casa do compadre ela tascava uma cantada nele, de ficar envergonhada... E virou mania o Zé ir na casa do compadre... e ele comentou que ia fazer uma viagem bastante demorada, e ia sair nesta tarde, e o Zé não perdeu tempo, foi logo dar uma chamada na Zita: — Zita, minha abobrinha, u cumpadi vai viajá, é agora qui nois podi isprementa aquilo, oce vai gosta... — Ó, oce num diziste mermo... se vem aqui a noite qui nois cunversa. E ele…
Dois companheiros viajando por este brasilsão, levando e trazendo mercadorias em caminhão. Mais de seis meses viajando, até que um não aguentou e falou para o outro: — Compadre, me deixa comer o seu cu? Revoltado e espantado com a proposta, o compadre respondeu indignado: — Você tá louco? Isso é proposta que se faça? Eu que sou seu amigo de infância... Não esperava isso de você. Mas, mesmo com toda a indignação de seu amigo, ele continuou insistindo, até que surgiu a proposta: — Então, já que você não quer me dar, vamos fazer assim... Eu te como…