Tudo doido
À meia-noite o sol brilhava na careca do velho cabeludo, que, sentado no banco de madeira feito de pedra, lia um jornal sem letras que dizia o seguinte:
O mudo disse para o surdo que o ceguinho viu o aleijado correndo do lobisomem sem dedo com unha suja, que dizia o seguinte refrão:
É melhor morrer do que perder a vida!