Clube português
Por que um clube português pegou fogo e todos morreram?
Porque os bombeiros não eram sócios e não puderam entrar!

Por que um clube português pegou fogo e todos morreram?
Porque os bombeiros não eram sócios e não puderam entrar!

Era uma vez um português que foi viajar e caiu numa ilha. Logo depois o líder da tribo pegou e falou:
— Você quer ula-ula ou a morte.
Aí o português disse:
— Eu quero o ula-ula.
Logo depois chegaram mais ou menos 31.000 homens e enfiaram a rola. Aí ele, arrebentado no hospital, falou:
— Eu só volto lá para tirar algumas fotos. Aí ele me...
O avô do Manuel morreu num incêndio que ocorreu na fábrica em que trabalhava. Aconteceu assim:
Estava pegando fogo no lugar em que trabalhava, aí, com medo de não ter mais emprego, ele resolveu dar um jeito de acabar com o fogo. Saiu correndo em busca de um extintor de incêndio, até que achou. Nele estava escrito:
"Vire de cabeça para baixo e aponte para o fogo."
Depois do incêndio, o repórter que estava fazendo um trabalho sobre o incêndio encontrou o corpo do avô do Manuel todo queimado pelas chamas, virado de ponta-cabeça com o dedo apontado para o fogo.
Havia um concurso de mentiras na TV, e o primeiro candidato foi o portuga Manuel.
Ele começou:
— Na minha terra havia um sábio que...
A plateia interrompeu e gritou empolgada:
— Já ganhou!!!! Já ganhou!!!
O Manoel, em Lisboa, fica sabendo que no Brasil os casacos de pele são muito caros e aí toma uma decisão: vou para o Brasil vender peles de gambá, os brasileiros são uns trouxas, nem vão se dar conta que são peles de gambá. Ô Maria, arruma as malas que vamos para o Brasil ganhar muito dinheiro. A Maria, sem saber nada, arruma as malas. No dia seguinte, lá estava o casal lusitano desembarcando no Brasil. Ao se aproximarem da Polícia Federal, a Maria fica apreensiva e diz ao Manoel:
— Manoel, a Polícia Federal, vão descobrir que é contrabando, o que eu faço com os gambás?
— Põe nas calcinhas.
— Mas e o cheiro?
— Os gambás que se virem.
O português se encontrava numa festa, sentado sobre o meio da mesa, e todos os copos estavam emborcados, como manda a etiqueta.
Quando o garçom começou a servir a bebida, os convidados desviraram os copos, menos o português.
Depois de todos servidos, à exceção do dito lusitano, um conviva ao seu lado perguntou-lhe:
— Ó portuga, você não bebe?
— Bebo sim, ó raios, mas como vou beber se me dão um copo que não tem boca e no fundo tem um furo?
Um lindo dia ensolarado, o senhor Freginel, dono de uma fazenda, tinha uma linda piscina em sua casa.
Certo dia convidou Pedro (alemão), João (gaúcho) e Manuel (português). Ele tinha uma piscina mágica que tudo que você pedisse aparecia milagrosamente.
Ao chegarem os seus amigos, o primeiro, dúvidoso, correu e gritou:
— Pinga!
E a piscina se transformou em pinga. Esse foi o pedido de João.
Depois veio Pedro (alemão) e gritou:
— Carro e mulher!
E a piscina encheu de mulher.
Logo depois veio Manuel (português), ia gritar, mas bateu a canela na quina da piscina e xingou de raiva:
— Caspita (merda)!
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