Engano
— Aqui é da loja de sapatos do Manuel!
— Desculpe, foi engano. Errei o número...
— Não tem importância: nós trocamos!

— Aqui é da loja de sapatos do Manuel!
— Desculpe, foi engano. Errei o número...
— Não tem importância: nós trocamos!

O português foi ao médico reclamando de dores pelo corpo todo.
— Ai, doutor, onde eu aperto dói.
Apontava uma parte do corpo, apertava e gemia. Braço, perna, pescoço, barriga, tudo doía.
O doutor então fez uma bateria de exames, radiografias, e meia hora depois voltou:
— Ô seu Manoel, o senhor está com o dedo quebrado!
O português chega ao Brasil e vai até a zona a fim de dar umazinha. Chegando lá, após uma detalhada pesquisa de preços, escolhe uma mulher um tanto caidinha, porém a vontade do português de meter a pica era tanta que ele nem ligou, queria mesmo era fuder. Aí foi aquilo: pau na boca, na xota, no cú. No final, quando o português tirou a pica, veio um fiapo de couve na cabeça do pau, sem contar o fedor de merda. O português, puto da vida, pergunta à puta:
— Que negócio é esse de fiapo de couve na cabeça do meu pau?
— Você queria o quê? Pagando a miséria que você me pagou, queria que saísse um fiapo de bacalhau? — retruca a puta.
O mundo inteiro está em festa, pois é a primeira vez que mandaram um astronauta português para o espaço.
Após três dias, a nave onde estava o infeliz explodiu.
Registrada a caixa-preta, foi encontrada somente uma frase, e era do comandante russo dizendo:
— Esse botão não é português!
Um dia um português passava em frente à loja de fechaduras e viu uma placa escrita:
Troca-se senhas
Então, todo alegre, entrou e falou pro cara do balcão:
— Eu sou viado e você?
O português tinha uma namorada muito gostosa, mas tinha um problema: ela não tinha os dois braços. Um certo dia, o português e ela estavam em um barco e ela disse:
— Tira minha camisa.
O português foi lá e tirou.
— Tira minha calça.
O português tirou.
— Tira meu sutiã.
O português tirou.
— Tira minha calcinha.
O português tirou.
Aí ela disse:
— Agora me fode.
O português foi lá e empurrou ela na água.
Um português encontrou um brasileiro e perguntou:
— Por que vocês falam que nós somos burros?
O brasileiro respondeu:
— Quer ver...
Nisso, havia um poste na rua, o brasileiro colocou a mão no poste e disse:
— Dê um soco na minha mão.
E quando o português deu um soco, o brasileiro tirou a mão.
Quando o português encontrou um amigo dele, ele disse:
— Manuel, descobri por que nos chamam de burro!
— Por que?
Ele olhou ao redor e não achou nenhum poste, então colocou a mão na cara e disse:
— Dê um soco.