O salva-vidas
Certo dia, num hospício, o diretor chega a um enfermeiro e diz:
— O hospício está superlotado, vamos ter que fazer uma seleção para decidir quem está bom para ir embora.
Certo dia, num hospício, o diretor chega a um enfermeiro e diz:
— O hospício está superlotado, vamos ter que fazer uma seleção para decidir quem está bom para ir embora.
Um hospício estava superlotado, então o gerente resolveu averiguar todos os loucos sem que eles percebessem. Logo no começo da operação, eles acharam um louco assistindo a um jogo de futebol entre os loucos, mas nesse jogo não havia bola, e o louco que estava olhando o jogo fazia um gesto de desaprovação, balançando a cabeça de um lado para o outro. Vendo aquela cena, o gerente caminhou até o louco e perguntou:
— Está gostando do jogo, parceiro?
O louco respondeu:
— Não, nada contra o jogo, eu só quero que essa bola não pegue em mim.
O mais louco chegou para os outros e falou:
— Olha, nós pula o primeiro portão, pula o segundo e pula o terceiro...
Tudo bem. Chegou a noite, todos os loucos se reuniram...
— Agora vamos, os loucos pulo o primeiro.
Pulou o segundo e, quando chegou no terceiro, ele falou:
— Volta, volta!
Então os loucos perguntaram por quê. O mais louco respondeu:
— O portão está aberto...
No hospital de malucos, todos os dias os vigilantes da portaria ouviam vários gritos: "Tô podre, tô podre". E quando iam verificar, estava maior silêncio.
Passaram-se um, dois, três dias, e eles ouviam a mesma coisa: "Tô podre, tô podre".
No quarto dia, eles foram no maior silêncio (vigilantes) e encontraram um maluco enfiando o dedo no ânus, cheirando e gritando: "Tô podre, tô podre".
Depois que o doutor do hospício saiu da sua sala, o louco entra. Aí toca o telefone:
— Alô?
— Alô, aí é do hospício?
— Não, aqui nem tem telefone!
E desliga na cara.
O telefone do hospício toca. Ninguém aparece para atender.
Um louco que passava pelo corredor vai e atende:
— É do hospício? — pergunta uma voz no telefone.
— Não senhor, aqui não tem nem telefone — responde o louco.
Dois loucos fugiram do hospício e pegaram o carro do dono do hospício. Eles estavam andando no carro, até que um deles falou:
— Olha como as árvores andam rápido!
Então o outro respondeu:
— Vamos voltar de árvore!
Dois doidos arquitetando um plano para fugir do hospício.
Um disse para o outro:
— Vamos nos fantasiar de enfermeiro!
E o outro respondeu:
— Enfermeiro não, já é muito manjado!
Os dois passaram um tempo pensando e um teve uma brilhante ideia.
— Vamos nos fantasiar de confeito!
E o outro doido:
— É mesmo, assim ninguém desconfiará de nada...
Horas depois os dois doidos estavam no banheiro se enrolando com o papel higiênico; em seguida, saíram pulando em direção à saída.
Chegando no portão, o segurança fala para o doido:
— Deixe de ser demente!!!
E o doido:
— O de menta vem aí atrás, eu sou o de hortelã!!!
O louco ligou para o corpo de bombeiros e falou:
— O hospício está pegando fogo.
Aí eles foram até o hospício e perguntaram:
— Aonde está o fogo?
Aí ele respondeu:
— Vocês vieram tão rápido que eu não acendi...
Uma equipe de reportagem foi entrevistar alguns doidos num determinado hospício para saber quais seriam os sonhos a serem realizados caso algum acertasse na Mega-Sena, que estava com o prêmio acumulado.
O repórter entrevistou vários; a maioria deles falava absurdos como sapato novo, sabonete, roupas etc. Porém, um estava no canto da parede, sentado no chão, com um espelho na bunda, e o repórter perguntou:
— Se você fosse o ganhador da Mega-Sena, o que você compraria?
O doido respondeu:
— Eu comprava um cu novo.
O repórter:
— Comprava o quê?
O doido respondeu:
— Um cu novo.
O repórter:
— Por quê?
O doido:
— Porque o meu está furado.
Num certo dia, a administração do hospício resolveu se reunir para discutir e arranjar uma solução para acabar com a superlotação no hospício. Vem uma ideia de promover uma partida de futebol sem bola para os loucos, e aquele que não jogasse não era louco, portanto tava liberado. Chega o dia do grande jogo, todos os loucos em campo, e começa o jogo (sem bola). Os loucos correm pra lá e pra cá, chutam o vento, comemoram, quando um dos funcionários nota um louco parado no meio do campo. O funcionário fala para o colega ao lado: — Vou lá falar com ele. O…
Estavam todos os doidos no pátio do hospício tomando sol, quando o diretor observou da janela um dos doidos sempre olhando o mesmo buraco. Todos os dias ele estava lá olhando o buraco.
Aí um belo dia o diretor falou:
— Hoje eu descubro o que tanto aquele doido olha.
E foi ao encontro do doido, empurrou o doido e olhou, olhou, olhou no buraco e nada. Aí ele virou pro doido e falou:
— Escuta, o que tanto você olha nesse buraco? Aqui não tem nada.
Aí o doido respondeu:
— Tu é folgado, né? Eu estou aqui há três anos tentando ver alguma coisa e você no primeiro dia já quer ver.
O hospício era considerado o pior do mundo, era a maior zona. O hospício foi quando o diretor do hospício teve uma ideia, chamou todos os loucos e disse:
— Atenção, loucos, se vocês ficarem quietos por 3 meses eu coloco uma piscina aqui!
Durante 3 meses você não ouvia um piu sequer, e como trato é trato, lá vai ele fazendo a piscina.
Depois que ele fez a piscina, o hospício piorou: era louco pulando de cabeça, de barriga, de pé, virando mortal, tudo, mas na maior bagunça. Novamente o diretor chama todos para tentar acabar com a loucura e diz:
— Se vocês ficarem quietos por mais 3 meses eu mando colocar água na piscina!
Numa sala do hospício, vários loucos corriam em direção a uma parede e bum, se atiravam nela, caíam, se quebravam, mas se atiravam outra vez e bum! Assim consecutivamente. Nisso, o enfermeiro, apavorado, olhando aqueles loucos se atirando na parede daquele jeito, foi aí que ele olhou no cantinho daquela sala e viu que tinha um louco sentadinho ali só observando o resto fazer aquelas loucuras. O enfermeiro olhou e foi falar com ele e perguntou: — O que está fazendo aqui sozinho? — Estou olhando esses loucos aquela porta na parede. — E por que você não…
Um dia, um médico chegou no hospício e falou para outro médico:
— Será que não tem nem um louco que está bom?
O outro médico disse:
— Eu acho que não.
— Então vamos fazer um teste com eles.
O outro médico concordou.
No outro dia, o médico começou com o teste. Ele desenha uma porta na parede e diz:
— Quem conseguir passar por esta porta está livre.
Então todos começaram a dar pontapés na porta, outros pulavam de cabeça, pegavam um para servir de tora para estourar a porta.
Mas um ficou no canto encolhido. Aí o doutor fala:
— Eu sabia que pelo menos um não era louco.
Foi até ele e diz:
— Por que você não foi tentar sair?
Os diretores de um hospício resolveram fazer um teste com seus internados para descobrir quem estava pronto para sair. Disse um dos diretores: — Vamos construir uma piscina e não vamos encher de água. Assim, quem não pular nela está pronto para sair daqui! Depois de uma semana, a piscina estava pronta para a inauguração. O primeiro louco foi correndo e se jogou. Saiu com a perna quebrada. O segundo louco foi correndo e se jogou. Saiu com a cabeça toda ensanguentada. O terceiro olhou, olhou e olhou, depois foi embora. Os diretores chegaram nele e…
O dono do hospício resolveu fazer uma piscina para os loucos, e o prefeito ia inaugurar a piscina. Os loucos pulavam, subiam em cima um do outro e se jogavam.
O prefeito falou para o dono do hospício:
— Nossa, eles gostaram mesmo da piscina.
Ele respondeu:
— Imagine quando tiver água.
Um homem, gerente de uma loja de piscinas, passou na frente de um hospício e ficou com pena dos loucos e decidiu instalar uma piscina no quintal do hospício.
Instalaram, deu tudo certo.
Os doidos viram aquilo (a piscina é claro) e ficaram mais doidos ainda, colocaram uma roupa de banho e se atiraram lá dentro!
O gerente que instalou a piscina no hospício viu aquilo e perguntou:
— Tá bom aí?
E os doidos responderam:
— Tá ótimo!
E o gerente disse:
— Ah, que bom! Mas, quando eu colocar a água, vai ficar melhor ainda!!!
Exame de rotina no hospício, para ver se havia algum louco que poderia ser liberado. Assim que foi dado o sinal, todos os funcionários saíram gritando:
— O hospício está inundando... o hospício está inundando!
Imediatamente os loucos se atiraram no chão e começaram a nadar freneticamente.
Ao ver um que continuava sentado num banco, com ar sossegado, um dos médicos se aproximou dele e perguntou:
— Por que você não está nadando?
— Tá pensando que eu sou bobo?
"Esse daí já deve estar curado!", pensou o médico.
Ao que o louco emendou:
— Vou esperar a lancha!
O hospício estava em má situação financeira. O diretor chamou os médicos e disse: — Estamos sem dinheiro em caixa. Alguém tem alguma sugestão para reduzirmos os custos? Um dos médicos disse: — Por que não fazemos um teste com os loucos, e separamos aqueles que estão praticamente curados e mandamos para casa? Após comum acordo, os médicos acionaram os enfermeiros, para que os mesmos levassem os loucos até o salão central. Estando todos os loucos reunidos, os médicos ficaram observando as reações de cada um. De repente, um dos loucos pediu um giz. O giz…
Depois de muito tempo, de ter saído do hospício, dois amigos loucos se encontraram:
— Oi, você está bem?
— Estou ótimo, casei e tive filhos.
— Eu também.
— Como é que ficou o seu nome?
— Meu nome é Jesus.
— Jesus?
— É.
— Você deve ter fugido do hospício.
— Não, não, meu nome é mesmo Jesus.
— Quem te disse?
— Deus.
— Eu?
Um louco chega ao hospício amarrado na camisa de força.
É...
O que se encontra no lixo do hospício?
Resposta: um louco varrido.
P: O que encontraram na lixeira do hospício?
R: Um doido varrido
Num hospício havia três loucos que estavam lá por muito tempo. Um dia, então, o médico resolveu fazer o último teste para saber se eles finalmente poderiam sair do hospício. Mandou o primeiro louco falar com ele e perguntou: — Qual é a primeira coisa que você quer quando sair do hospício? — Um estilingue — o louco respondeu. "Esse vai ter que ficar aqui por mais um bom tempo", falou o médico, e chamou o segundo louco: — Qual é a primeira coisa que você vai querer quando sair do hospício? — perguntou o médico. — Um estilingue — respondeu o louco. — Esse…
P: Sabe o que encontraram debaixo do tapete do hospício?
R: Um doido varrido!
Três doidos estavam no hospício. Um vira para o outro e diz: — Vamos brincar de fruta? Os outros respondem: — Vamos. Os três sobem na árvore e ficam lá algumas horas. Os psiquiatras, assustados, mandam eles descerem. Aí um diz: — Eu tô quase maduro. Os outros respondem: — Nós estamos verdes ainda. Passa mais um tempo e ele volta a repetir: — Agora eu estou maduro. E se esborracha no chão. Os dois olham e dizem: — Daqui a pouco é nós que vai. Passam-se algumas horas, o outro diz: — E agora é eu que tô maduro. E se esborracha no chão. Os psiquiatras…
Dois loucos no hospício conversando:
— Onde você trabalha?
— Num escritório.
— Em que gaveta?
O doido atendeu o telefone e ouviu:
— Alô, é do hospício?
— Não, aqui nem tem telefone.
Três mulheres conversavam sobre o lugar mais apropriado para transar.
— Ah, o lugar que mais me agrada é um cômodo na penumbra, com um divã coberto de peles e uma música espiritual...
— Não, eu prefiro a natureza: um iate, balançando sobre as ondas e ouvindo o canto dos pássaros...
— Para mim, o melhor é um hospício...
— Como?? Um hospício???
— Sim, quero dar feito louca!!!