Loucura
Pan, pan, pan.
— Quem é?
— Jack está deixa ficar.

Pan, pan, pan.
— Quem é?
— Jack está deixa ficar.

Dois loucos brigaram e se bateram muito, e então, no momento da briga, ia passando uma viatura da polícia e os prendeu em celas separadas. Um ficou olhando para o outro e, de repente, um deles arranca um dedo com os dentes e joga pela grade, arranca uma das orelhas e joga também. O outro, apavorado, grita:
— Corre, delegado, ele está fugindo de pedacinho em pedacinho!
O diretor do hospício estava andando pelo pátio, quando de repente notou um louco num canto desse pátio escrevendo em um papel... Muito curioso, o diretor do hospício foi ver o que era... Chegou na frente do louco e perguntou:
— O que você está fazendo?
O louco responde:
— Estou escrevendo uma carta.
O diretor:
— E pra quem é?
O louco:
— É pra mim.
O diretor:
— O que está escrito nela?
O louco responde:
— Não sei, não recebi ainda!!!
Num hospício teve um cara que começou a pensar que era uma fruta, e toda vez que alguém falava: — Louco, desse daí, louquinho!!! Ele respondia: — Eu não sou louco, sou uma fruta e estou verde!!! E ele não descia de lá mesmo, ficando por lá um bom tempo. Mais tarde o pessoal do hospício teve a ideia de chamar outro louco, pra ver se conseguia tirá-lo de lá. O outro louco começou a conversar com a fruta (louco), e ele perguntou por que ele não queria descer, e toda hora ele respondia dizendo que era uma fruta e estava verde! Na mesma hora o louco gritou…
Certo dia, um rapaz passava em frente a um manicômio e viu um louco pulando um muro e vindo em sua direção. Ele começa a correr e o maluco atrás.
Já cansado de correr, o rapaz para e diz:
— Ok, pode me matar!
O louco chega perto e diz:
— Te peguei, é você a mãe!
Na porta do céu, São Pedro está atendendo os recém-mortos:
— Nome? João da Silva.
— Morreu de quê? Tuberculose!
— Prove!
O sujeito lascou uma catarrrada no chão celestial.
— OK! Pode entrar! Próximo!
— José da Silva.
— Morreu de quê?
— Lepra!
— Prove!
O sujeito balançou a cabeça e uma de suas orelhas caiu no chão celestial.
— OK! Pode entrar! Próximo!
— João José da Silva.
— Morreu de quê?
— De fome!
— Prove!
O sujeito pegou a orelha do chão celestial, lambuzou-a no catarro e comeu tudinho...
Um louco diz ao outro:
— Olha o relógio, tá parado.
O outro diz:
— Claro, ele também não bate bem.