Melô
Qual é a melô do sexo anal?
R: Quero ver você não chorar, não olhar pra trás, não se arrepender do que faz...

Qual é a melô do sexo anal?
R: Quero ver você não chorar, não olhar pra trás, não se arrepender do que faz...

Piu piu, o elefante caiu na lama; ha ha ha.
A professora pediu de dever de casa uma rima. No dia seguinte, ela foi conferir os deveres e pediu para que Mariazinha lesse a dela:
— Lucas estava atravessando a rua e viu a lua.
Aí a professora pediu para que Joaozinho lesse a dele:
— Marieta, Marieta foi atravessar o rio e a água batia em sua canela.
A professora logo falou que não rimava, e Joaozinho disse:
— É porque a água estava baixa.
O menino chega pra mãe indignado e pergunta:
— Mamãe, por que você é branca, papai é preto e eu sou amarelo?
— Vou te contar a verdade, meu filho: naquela festa deu tanta confusão que você tem sorte por não latir!
O indiozinho, já arretado com os coleguinhas, que tanto o abusavam, curioso, foi perguntar ao pai:
— Pai, como é que se escolhe os nomes dos índios?
— É assim, filho! Quando a mãe dá à luz, o pai vai correndo para a janela e a abre; a 1ª coisa que ele vê, então, será o nome do seu filho.
— Como assim, pai?
— Por exemplo, o da sua mãe é Luar de Prata, pois quando o pai dela abriu a janela, a 1ª coisa que ele viu foi um luar de prata. O meu é Raio de Sol, pois quando meu pai abriu a janela ele viu um raio de sol.
— Mas por que você me fez essa pergunta, hein, Cachorro Cagando?
A professora chega na classe e diz que no dia seguinte irá ter uma chamada oral de cores.
Wilson, que é o número 23 da chamada, se desespera: agora vou procurar uma cor bem difícil para ninguém falar. Achou azul-metileno, ficou contente.
Chega o dia e a professora começa:
— Número 1: azul.
— Número 2: amarelo.
O número 22 era um preto.
— Número 22: azul-metileno.
Wilson se desespera.
— Número 23: preto-lazarento.
— Consegue guardar um segredo?
— Claro, amigos são para essas coisas.
— Estou precisando de 100 000 reais!
— Claro, vou fingir que nem ouvi!!!