O estéril
O cara, desesperado, chegou no consultório médico e disse:
— Doutor, por que eu não posso ter filhos? O que eu tenho de errado?
E o médico responde:
— Você não tem pôrra nenhuma!

O cara, desesperado, chegou no consultório médico e disse:
— Doutor, por que eu não posso ter filhos? O que eu tenho de errado?
E o médico responde:
— Você não tem pôrra nenhuma!

A mulher ia se casar e não era mais virgem. Chegou para a mãe e, desesperada, disse: — Mãe, me caso amanhã e não sou mais virgem, o que eu faço? A mãe lhe respondeu com a maior calma do mundo: — Calma, minha filha. Quando chegar a noite, eu fico escondida no seu quarto. Quando o cara trepar em você, você dá um gritinho e eu estouro uma garrafa de champanhe... Com o barulho, ele vai perguntar o que aconteceu e você diz que foi seu cabaço que estourou... E assim foi. No outro dia, o casamento... a festa... e foram para a lua de mel. Foram para a cama…
Dois casais amissíssimos moravam no mesmo prédio e os maridos trabalhavam na mesma empresa e tiveram que viajar juntos a negócio. As mulheres, conhecidas há muito tempo, decidiram sair para um bar à noite e tomar umas cervejas. Na volta, uma das amigas falou: — Eu acho que não vai dar tempo de chegar em casa, estou quase me mijando, minha buceta está quase estourando. — Eu também estou apertada. — E agora? — Vamos neste cemitério aí mesmo. Foram elas para o cemitério. — Já acabei e vou me limpar com a calcinha mesmo. — Eu não, eu paguei muito caro…
Era uma vez um cara chamado Juvenal. Ele era casado com a mulher mais gostosa e fogosa da rua, porque tinha um pau grande. De tanto foder com ela, ele acabou morrendo, e ela, pra não se separar dos prazeres que ele proporcionava, cortou-lhe o bigulino. Toda noite, antes de dormir, ela se satisfazia com ele dizendo: — Juvenal, ai Juvenal! Que saudade! Certo dia, ela se esqueceu de fechar a porta do seu quarto, e seus sobrinhos, brincando, acidentalmente quebraram Juvenal. Contaram pra sua mãe, que resolveu comprar um vibrador do mesmo tamanho e cor…
A professora estava fazendo adivinhação com a turma. Enquanto isso, Joãozinho estava com um chiclete, mastigando com a boca aberta.
Ela disse:
— Mariazinha, "tem quatro patas e faz miau?"
— Gatinho!
— Juquinha, "tem quatro patas e faz au au?"
— Cachorro!
Enquanto isso, tá lá Joãozinho com o chiclete.
— José, "é redonda e jogador de futebol faz gol com ela?"
— Bola, professora!
Ela já não estava aguentando ver Joãozinho com aquele chiclete e falou:
— Levanta e cospe!
Joãozinho respondeu:
— Peru!
Em uma fazenda, tinha um papagaio que falava muito. Nesta fazenda tinha uma vaca que não queria levantar, então o rapaz que trabalhava na fazenda disse: — Enfia o pau no cú dela, que ela levanta! Naquela hora o papagaio ouviu tudo. No outro dia foram a um jogo de futebol, lá tinha muita gente e começou a pingar, então uma senhora falou: — Mas que chuvinha, disgramada! E o papagaio, ouvindo. Depois de um tempo ia ter uma missa naquela fazenda. Quando o padre chegou, o dono da fazenda falou: — Esse papagaio sabe até rezá! — É mesmo? — pergunta o padre. —…
Foram convocados os maiores tarados do mundo para um campeonato de fodas. O estádio estava cheio e o locutor narrava assim:
— Lá vai o alemão: comeu uma, duas, três, quatro, cinco, seisss.
— Lá vai o italiano: comeu uma, duas, cinco, dez, onzeeee.
— Lá vai o brasileiro: comeu uma, duas, cinco, dez, vinte, vinte e cinco, partiu pra cima da torcida, tá chegando, ai, ai, ai, ai, meu cú, filho da puta.