O prisioneiro fugitivo
Um português estava no presídio quando as partes de um leproso caíam todas no chão. Quando o português viu aquilo, gritou:
— Olha, delegado, eu não quero ser dedo-duro, não, mas o meu amigo aqui está fugindo aos poucos.

Um português estava no presídio quando as partes de um leproso caíam todas no chão. Quando o português viu aquilo, gritou:
— Olha, delegado, eu não quero ser dedo-duro, não, mas o meu amigo aqui está fugindo aos poucos.

Dois amigos portugueses, Manoel e Joaquim, recebem uma carta de um patrício que vivia no Brasil, na qual mandava a seguinte mensagem: aqui no Brasil nós apanhamos ouro nas árvores (queria dizer que, em plena década do café no Brasil, o ouro citado seria o café).
Os dois amigos embarcaram num navio que os traria até o Brasil.
Desembarcaram em Santos e, ao descer, viram em uma árvore uma linda corrente de ouro perdida por um turista.
Manoel vira para Joaquim e diz:
— Joaquim, se quiser começar a trabalhar agora, comece, pois eu só vou começar depois de um merecido descanso.
— O Manoel foi expulso do clube porque fez xixi na piscina.
— Ora, que bobagem! Só por isso? Todo mundo faz!
— Não do trampolim!
Um português, um japonês e um alemão resolveram viajar numa Brasília para bem longe. No meio do nada, o carro quebrou. O alemão falou:
— Eu vou procurar um posto, mas eu vou levar o radiador; se eu sentir sede, eu tiro água dele.
E o japonês disse:
— Também vou, mas vou levar o banco; se eu me cansar, eu vou sentar um pouco e descansar.
E o português disse:
— Também vou, mas vou levar a janela; se eu sentir calor, é só abrir.
Depois de dez dias no mar, sofrendo feito cão no porão da terceira classe de um navio cargueiro, Manoel e Joaquim finalmente chegam ao porto de Santos. Cansados, sujos e com fome, eles tinham apenas três míseros dólares. Mesmo assim, Manoel decide fazer compras. Volta meia hora depois, todo feliz da vida e com uma expressão de vitória no rosto: estava com uma caixa de tampões femininos nas mãos. Joaquim, indignado, pergunta: — Manoel, você enlouqueceu? O que vamos fazer com isso, homem? E o Manoel responde: — Louco estás tu, ó pá! Está escrito na caixa…
P: Por que o português Manuel toma banho sem água?
R: Porque ele usa shampoo para cabelos "cecos".
Era uma vez um português que nunca tinha ganhado um pijama. Um dia ele ganhou um. O português gostou tanto do pijama que só tirava o pijama para dormir.