Café cavalo
— Poco pó, poco pó, poco pó, poco pó.
— Poco pó, poco pó, poco pó, poco pó.
O homem caiu no poço. Como ele saiu de lá?
Resposta: Molhado
O casal em férias vai visitar o melhor ponto turístico da cidade: o Poço dos Desejos.
Ao aproximar-se do local, o marido saca uma moeda do bolso, faz um desejo e atira-a sobre as suas costas.
A mulher decide fazer o mesmo. Pega uma moeda da bolsa, mas, ao inclinar-se sobre a mureta, perde o equilíbrio e cai dentro do poço.
— E não é que funciona mesmo? — conclui o marido.
Touro Sentado viajava de trem com alguns guerreiros, sentiu sede.
— Chefe com sede.
Um guerreiro se levanta e volta com um copo de água. Minutos mais tarde, novamente:
— Chefe com sede.
Outro copo de água.
Mais tarde, de novo:
— Chefe com sede.
Índio vai e volta com o copo vazio.
— Cadê a água do Chefe? — pergunta Touro Sentado.
— Tem branco sentado no poço. — responde o guerreiro.
Era uma vez uma mulher que estava pelada na cama esperando o seu marido, que estava no banheiro.
De repente, duas pulguinhas pularam no pescoço dela.
Uma falou para a outra:
— Vamos pular as montanhas que vai chover.
Depois, viram um poço e uma disse à outra:
— Cuidado para não cair.
Depois viram uma floresta e disse:
— Vamos atravessar.
Depois viram uma caverna e uma disse para a outra:
— Espere que eu vou verificar o que há lá dentro.
De repente o marido chegou, e daí a pulguinha voltou e disse:
— Vi um cabeção que cuspiu na minha cara.
Duas bichinhas estavam passeando quando uma delas, ao se assustar com uma borboleta, caiu num poço. Na queda, ela quebrou as duas pernas e os dois braços. Ficou lá embaixo, imóvel, berrando por socorro. A outra, mais que solícita, saiu correndo para pegar uma corda. Toc, Toc, Toc, Toc, Toc (onomatopeia do salto da bichinha correndo). Ela chegou e jogou a corda para a amiga em apuros. — Vai, pega essa corda, Mona! — Mas como? Se estou toda quebrada... — retrucou a bicha em perigo. — Gruda os dentes na corda, boba! E lá se foi a bicha a cravar os dentes…
A mulher do gaúcho ganhou dois papagaios. Como não sabia qual era macho e qual era fêmea, resolveu esperar eles acasalarem: qual estivesse por baixo seria a fêmea. Eles acasalaram, ela foi e colocou um lenço vermelho no pescoço do que estava por baixo, para determinar que aquela era a fêmea.
À noite o gaúcho chegou em casa com suas bombachas, lenço no pescoço, todo a caráter. Quando o papagaio viu aquele lenço vermelho no pescoço do gaúcho, ele virou e falou:
— Ba tchê, te pegaram dando o cú também...
— O elefante tropeçou e caiu num poço de lama...
Em um hospício existia um poço onde todos cuspiam lá.
Então lá tinha ficado cheio de catarro e o diretor falou que alguém tinha que limpar.
Então, um dia de manhã, o poço tava limpinho, e o diretor reuniu todos e pediu para quem tinha limpado falar. Um louco deu um passo p/ frente e falou:
— Fui eu, fui cuspir e ficou um fio de baba, então chupei e veio tudo.
O bêbado encheu a cara na cachaça e não conseguiu chegar em sua casa, pois estava muito chapado. Daí ele pensou:
— Acho que vou encostar aqui próximo a este poste de luz e tirar uma soneca até eu melhorar um pouquinho.
Só que próximo ao poste de luz tinha um poço de água de chuva (pois havia chovido poucas horas antes de ele encostar ali no poste).
Então estava passando um rapaz muito educado e ficou com pena de ver aquele homem com a cara afundada no poço de lama com água e disse ao bêbado:
— Moço, moço, acorda, o senhor está bem?
O bêbado ergueu a cabeça de dentro do poço de lama e disse:
— Salve as mulheres e as crianças, eu sei nadar.
O pastor batizava os fiéis quando o bebum chegou e disse:
— Eu também quero ser batizado.
E o pastor disse:
— Entre no final da fila.
O bêbado entrou e, cansado de esperar, cortou a fila. O pastor o afundou na água e perguntou:
— Viu Jesus?
Ele disse:
— Não.
De novo ele o afundou e perguntou de novo, e o bebum nada. Na terceira vez que o pastor o afundou, o bêbado perguntou:
— Tem certeza que ele caiu nesse poço aqui?
Num lindo dia lusitano de sol, doze portuguesinhos saem para um passeio. Algum tempo depois que saíram, param para conferir se estavam todos ali. O pequeno, mas esperto Manuel, começa a contar, apontando o dedo: um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez e onze. Ora, pois, um dos nossos sumiu. Pôs-se novamente a contar e, sem se incluir, chega novamente à quantia de onze. Desesperados, começam todos a procurar pelo que faltava, até que o esperto Manuel olha para dentro de uma cisterna e lá está o pequeno lusitano que faltava. — Tudo bem…
Um louco estava pescando num poço quando foi interrompido por um homem:
— Este lugar aí é bom para peixê?
— Deve ser — respondeu. — Não consegui convencer nenhum a sair até agora.
Havia 3 morceguinhos que estavam disputando quem mordia mais pessoas. E lá foi o primeiro... minutos depois ele voltou com a cara cheia de sangue, e falou aos outros:
— Estão vendo aquela velhinha lá? Pois é, eu fui lá e crau no pescoço dela...
Depois foi o segundo, e voltou com a cara cheia de sangue, e falou:
— Estão vendo aquele cara lá? Pois é, eu fui lá e crau no pescoço dele!
Depois foi o terceiro, e também voltou com a cara cheia de sangue, e falou:
— Estão vendo aquele muro lá? Pois é, eu não vi...
Dois compadres eram pedreiros e estavam trabalhando na construção de um poço. Aí um deles caiu no poço e morreu, e o outro pensou:
— Eita, só agora sobra pra eu contar pra comadre!
Aí ele foi na casa do compadre dele. Chegou e viu a comadre dele de saia e sem calcinha. Aí ele contou o que havia acontecido e que o compadre dele morreu e tal... Aí a comadre dele falou, chorando e levantando a saia pra enxugar as lágrimas, e disse:
— Aí, compadre, você já viu uma desgraça desse tamanho, compadre?
Aí ele disse:
— Comadre, só a vaca!
Cornélio reparou uma mancha no pescoço de sua mulher e perguntou:
— O que foi isso no seu pescoço?
Sua mulher responde:
— Foi a chapinha, quando estava alisando meu cabelo sem querer queimei o pescoço...
Seu Cornélio, desconfiado, diz:
— Sei, a nova marca de chapinha chamada RICARDÃO!!!
Um cara morreu e foi para o céu. Chegando lá, São Pedro falou para ele: — Meu filho, uma dessas três portas será o seu destino, pode escolher. O cara, muito malandro, se aproximou da primeira porta e encostou o ouvido: estava o maior silêncio. Depois colocou o ouvido na segunda porta e escutou: "Ai, ui, ai, au, ai, ui". Quando ele colocou o ouvido na terceira porta, escutou vozes dizendo: "Lá vem ela, lá vem ela, lá vem ela". Aí o cara: — Opa! É aqui mesmo que eu fico, quero essa. São Pedro falou: — Pode entrar, será o seu destino! O cara já entrou…
Joaozinho e seu amigo estavam passeando quando, ao assustar-se com uma borboleta, o Joaozinho caiu em um poço.
Na queda ele quebrou as pernas e os braços. Ele fica lá embaixo, imóvel, berrando por socorro. O outro, mais que prestativo, sai correndo para pegar uma corda e volta rapidinho:
— Vai, amigo, se agarra nessa corda!
— Como? Estou todo quebrado! — grita Joaozinho lá de baixo.
— Gruda os dentes na corda, bobo!
Ele cravou os dentes enquanto o outro fazia o maior esforço para puxar a corda. Quando finalmente chegava à boca do poço, seu amigo fala:
— Mas que dentes mais lindos!
— E fortes!
E Joaozinho responde:
— Obrigadoooooooooo......
Dois bêbados tinham combinado de ir beber naquela noite, só que naquela noite tinha combinado que depois da bebedeira iam comer algo. Por isso Sabastião levou um frango e escondeu atrás da moita, mas o neguinho viu, foi lá, comeu todo o frango e cagou depois na bandeja.
Quando os dois beberrões voltaram, eles comeram toda a bosta.
No outro dia um falou pro outro:
— Ei, quantos frangos você trouxe ontem?
O Sabastião, indignado, responde:
— Só um. Por que?
— É que eu comi três pescoço!!!!!
Duas bichas estão conversando no meio da rua, quando de repente Bruna cai dentro do bueiro, quebrando os dois braços e as duas pernas: — Socorro, socorro, Mizy!!!!!! — Calma, mona, eu já volto. Toc, toc, toc, toc, toc (sons do salto da bichinha correndo). Ela vai e volta com uma corda na mão, joga no poço e grita: — Bruna, pega essa corda aí, mona. — Não posso, tô com os braços e as pernas quebradas... tô lascada, um bagaço... — Ora, crava os dentes na corda, sua boba. Bruna obedece e crava os dentes na corda, então Mizy puxa-a. Quando ela está quase…
O cara estava perdido na selva e de repente cai em um poço de areia movediça. Desesperado, começa a pedir por socorro... A areia já estava na altura do peito quando apareceu um caçador e ele pediu: — Pelo amor de Deus, moço, me tira daqui!!! — Só se você chupar meu pau!!! — Isso não, pelo amor de Deus!!! — Então, tchau!! Após algum tempo, com a areia já chegando no pescoço, aparece um outro caçador e o cara lhe pede socorro: — Me socorre, pelo amor de Deus!!! Eu estou morrendo!!! — Só se você deixar eu comer seu cú. — Ah, não!!! Isso não, pelo amor de…
O maridão andava desanimado, depois de 30 anos de casados. A mulher compra um kit tiazinha para levantar o astral. Vestiu a fantasia e falou:
— E aí, com quem eu pareço???
— Do pescoço para cima, Zorro... do pescoço para baixo, o sargento Garcia!
Dois índios estavam viajando de trem. Um índio falou para o outro:
— Me traz um copo de água.
O índio foi e trouxe em uma caneca. E daí a pouco o índio pediu outro copo de água e ele voltou com a caneca vazia e disse:
— Tem branco sentado no poço...
A mulher quis fazer uma surpresa ao marido, comprou e vestiu uma fantasia da tiazinha e ficou esperando ele chegar.
Quando ele chegou, ela perguntou:
— Com quem pareço, meu amor?
E ele respondeu:
— Do pescoço pra cima, com o Zorro; do pescoço para baixo, com o Sargento Garcia.
O maridão andava cansado, depois de trinta anos de casado com a mesma mulher.
A mulher, então, compra um kit da tiazinha pra levantar o astral. Veste a fantasia e pergunta:
— E aí, querido, com quem eu pareço?
— Do pescoço pra cima, parece o Zorro... Do pescoço pra baixo, parece o Sargento Garcia...
O maridão andava desanimado depois de trinta anos de casado com a mesma mulher. A mulher, então, compra um kit da tiazinha para levantar o astral. Veste a fantasia e pergunta:
— E aí, querido, com quem eu pareço?
— Do pescoço para cima parece o Zorro... Do pescoço para baixo parece o sargento Garcia!
Um casal recém-casado no Rio Grande do Sul tinha um papagaio, e o bichinho ficava muito triste sozinho na árvore. Foi quando ela disse para o marido:
— Vamos comprar outro papagaio para fazer casal!
Certo dia, ela reparou que um estava em cima do outro e falou para o seu marido. Ele falou para ela:
— Marca com uma fita vermelha no pescoço!
Está lá o papagaio na árvore quando passou um gaúcho apressado. O papagaio perguntou para o gaúcho:
— Te namorar também?
Um homem sai de casa para ir ao cinema quando se depara com um menino gritando na rua: — Olha a galinha de pescoço pelado! O homem deu uma parada e o menino começou a contar que estava com a mãe doente e precisava de dinheiro. O homem, comovido, comprou e foi para o cinema. Chegando lá, foi comprar a entrada, mas a moça que lá estava disse que animal não podia. Ele, que não estava disposto a voltar, foi no canto e colocou a galinha dentro da calça, entrou, comprou pipoca e sentou-se. Ao lado estava uma velhinha que não parava de olhar para as pernas…
Ler a piada completa: No cinema com a galinha de pescoço pelado →
Um avião estava cheio de jogadores de futebol.
Nisso, o comandante avisou:
— Olha, vamos ter que desfazer de alguns de vocês, porque o avião está perdendo altitude... alguns de vocês terão que pular, senão o avião cai.
Aí falou Zidane:
— "Per lamour le France!!!" — e se jogou para fora do avião.
Aí chegou o Chilavert:
— Por amor ao Paraguai — e se jogou também.
Aí chegou a vez do Pelé:
— Por amor ao Brasil!!!
Foi aí que ele pegou o Maradona pelo pescoço e o jogou para fora do avião...
Certo dia, chega em casa o dono do papagaio e pega o bicho dando o cú para o pássaro do vizinho. O dono diz que, se pegar ele dando o cú novamente, raparia a cabeça e ataria um lenço vermelho no pescoço.
Passada uma semana, o dono do papagaio chega em casa mais cedo e pega o pássaro dando o cú. Prontamente ele pega o bicho, raspa sua cabeça e amarra um lenço vermelho em seu pescoço.
O pássaro, muito triste, na janela da casa avista um gauchão, daqueles bem grosso, careca e com um lenço bem vermelho no pescoço, e comenta:
— Te pegaram dando o cú, hein, gaúcho!